Muito se tem falado na mudança do regime político actual em vigor no nosso país. Há quem ache ser necessário passar do regime semi-presidencialista actual para um regime presidencialista. Outros há que referem a necessidade de criação de um parlamento bicameral com a constituição de um senado (esta medida teria a vantagem acrescida de dar senadores a um povo que tanto preza os títulos honoríficos e profissionais). E depois, há a velha história de ressuscitar uma monarquia que fez coisas tão bonitas por Portugal como o aqueduto das Águas Livres, o Pinhal de Leiria, o Mosteiro dos Jerónimos e o bigode de D. Duarte Pio.
Mas não podemos viver só de ideias ultrapassadas nem ter medo da inovação, mesmo que tal inovação implique pegar no sistema que agora temos e virá-lo completamente do avesso. Por exemplo.
Estou convencido de que o país seria um sítio muito melhor para viver se o poder legislativo estivesse entregue a uma assembleia não eleita constituída por todos os homens chamados Sérgio e todas as mulheres chamadas Filomena a residir no país e que tivessem nacionalidade portuguesa. Caber-lhes-ia fazer as leis pelas quais todos nós nos regeríamos. Pode parecer uma coisa arbitrária. Pode haver quem se questione se este grupo de Sérgios e Filomenas teria a formação adequada para tão grande responsabilidade e se podemos entregar-lhe tal poder só por terem um determinado nome. Talvez não. Mas em que ponto é que isso difere do sistema que temos agora em que se põe uma cruz à frente do nome de um partido, cruz essa que se transforma por obra e graça do espírito santo num punhado de deputados que, na maioria, ninguém sabe quem são?
O poder executivo ficaria nas mãos do vencedor de um concurso organizado todos os anos a nível nacional para encontrar o português que conseguisse enfiar mais sultanas numa das narinas sem sangrar ou asfixiar. Por se tratar de muita responsabilidade para uma pessoa só, o vencedor do concurso poderia recrutar uma equipa de babuínos treinados especialmente para a função governativa.
A chefia do Estado, com toda a sua aura de representação nacional e união dos cidadãos em torno do conceito de pátria, seria atribuída a uma estátua de mármore, representando o actor americano Chuck Norris em tamanho duas vezes superior ao natural. Goste-se do seu trabalho ou não, é uma verdade indesmentível que é o tipo de homem com quem pouca gente ousará medir forças e a carga psicológica de um grande Chuck Norris feito de pedra é imensa.
Quanto ao poder judicial, é dispensável e poderia ser extinto.
http://www.inepcia.com/
Mas não podemos viver só de ideias ultrapassadas nem ter medo da inovação, mesmo que tal inovação implique pegar no sistema que agora temos e virá-lo completamente do avesso. Por exemplo.
Estou convencido de que o país seria um sítio muito melhor para viver se o poder legislativo estivesse entregue a uma assembleia não eleita constituída por todos os homens chamados Sérgio e todas as mulheres chamadas Filomena a residir no país e que tivessem nacionalidade portuguesa. Caber-lhes-ia fazer as leis pelas quais todos nós nos regeríamos. Pode parecer uma coisa arbitrária. Pode haver quem se questione se este grupo de Sérgios e Filomenas teria a formação adequada para tão grande responsabilidade e se podemos entregar-lhe tal poder só por terem um determinado nome. Talvez não. Mas em que ponto é que isso difere do sistema que temos agora em que se põe uma cruz à frente do nome de um partido, cruz essa que se transforma por obra e graça do espírito santo num punhado de deputados que, na maioria, ninguém sabe quem são?
O poder executivo ficaria nas mãos do vencedor de um concurso organizado todos os anos a nível nacional para encontrar o português que conseguisse enfiar mais sultanas numa das narinas sem sangrar ou asfixiar. Por se tratar de muita responsabilidade para uma pessoa só, o vencedor do concurso poderia recrutar uma equipa de babuínos treinados especialmente para a função governativa.
A chefia do Estado, com toda a sua aura de representação nacional e união dos cidadãos em torno do conceito de pátria, seria atribuída a uma estátua de mármore, representando o actor americano Chuck Norris em tamanho duas vezes superior ao natural. Goste-se do seu trabalho ou não, é uma verdade indesmentível que é o tipo de homem com quem pouca gente ousará medir forças e a carga psicológica de um grande Chuck Norris feito de pedra é imensa.
Quanto ao poder judicial, é dispensável e poderia ser extinto.
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