segunda-feira, outubro 26, 2009

O_tacho

Prótese robótica capaz de sentir

Uma equipa de cientistas italianos e suécos desenvolveram a primeira mão robótica capaz de sentir. Está a ser testada num rapaz de 22 anos, Robin, que perdeu a mão devido a um cancro. A mão possui 40 sensores que estão ligados directamente aos seus nervos, pelo que o cérebro é capaz de identificar a sensação do tacto. Maravilhas da bioengenharia, que não passavam de ficção científica há bem poucos anos.



Treta da semana: Leitura simbólica.

A propósito das declarações de Saramago, que a Bíblia é um «manual de maus costumes», teólogos e sacerdotes têm apontado que ler a Bíblia é uma coisa muito complicada. Como disse Carreira das Neves em debate com Saramago, a Bíblia tem infinitas leituras. Mas isso quase tudo tem e, retorquiu Saramago, por muitas interpretações que se dê a um texto não se pode esquecer o que lá está escrito.

Quem é que disse que tocar castanholas é fácil?

Em Portugal a táctica é a oposta...

Alemanha baixa impostos e assume défices durante a próxima legislatura

Gestão: o novo fascismo




Cada vez mais as empresas são exemplo de uma prática ditatorial, esmagadora das liberdades, da crítica, da expressão e dos indivíduos que, se acontecesse cá fora, na rua, no espaço público, todos julgaríamos inaceitáveis. Dentro da empresa, em nome da competitividade ou por medo do desemprego, aceitamos o fascismo.
Poder, ilusão e o último tabu da América

O NEGRO E O VERMELHO

UM MÉTODO EXPLORADOR:
A ANALISE SÓCIO-POLITICA

É preciso mudar de método. A ciência política não pode ser... senão um ramo da ciência social... Nós concebemos a priori que, sendo o homem um ser moral e livre, vivendo em sociedade e submetido à justiça, na sociedade não pode deixar de se constituir uma ordem, isto é, de haver um governo...(Contr. Pol., cap. III.)
A política, na sua expressão pura ... é o direito imanente da sociedade, a sua ordem interior; numa palavra: a sua economia. Esta política... liberta-se das relações sociais e das revelações da história. (Rév. Sociale, cap. IX.)
O organismo político, tanto em cada uma das fases ou fonnas que o compõem como no seu conjunto, é antinómico. Resulta daqui que ele é essencialmente móvel. O imobilismo, muitas vezes tomado como sinónimo de estabilidade, é tão estranho às sociedades como a inteligência à pedra... Aí está o mistério da vida política. A sociedade, quer avance, quer recue, está sempre em acção, sempre em criação de si própria...
Sendo a mobilidade o resultado dinâmico, no sistema político, das antinomias, sobre as quais assenta, pode dizer-se que ele é autocinético, motor de si próprio, gerador do seu próprio movimento.
Do equilíbrio do sistema político resulta a vida normal do ser colectivo, nação, Estado. Se o equilíbrio for destruido, o movimento não continua por isso menos de modo subversivo. A oposição entre os elementos torna-se antagonismo. O Estado da sociedade torna-se revolucionário. (Contr. Polit., cap. V.)
A sociedade é um vasto sistema de ponderação...
Equilíbrio das forças económicas...
Equilíbrio das comunas, das províncias, das nações. (Justice, Les Biens.)

A. Realidade social do poder político

Até aqui consideramos o governo como uma forma de acção. Não nos interrogamos se esta forma ocultava algo de real...
... Afirmo que a instituição política exprime, não uma convenção, nem um acto de fé, mas uma realidade.
P. -Se toda a manifestação oculta. uma realidade, o que ocasiona a realidade do poder social?
R. -É a força colectiva...
P. -Como é que a força colectiva, fenómeno ontológico, mecânico, industrial, se torna uma força política?
R. - Em primeiro lugar, todo o grupo humano, família, fábrica ... pode ser visto como um embrião social... mas, em geral, não é de grupos como os que acabámos de conceber que nasce a cidade, o Estado.
O Estado resulta da reunião de vários grupos, diferentes na natureza e no objectivo, cada um formado para o exercício duma função distinta e para a criação dum produto próprio, depois reunidos sob uma lei comum e num interesse idêntico. É uma colectividade de ordem superior, na qual cada grupo, formado ele próprio por indivíduo, concorre para o desenvolvimento de uma força nova, que será tanto maior quanto mais numerosas forem as funções associadas, mais perfeita for a harmonia entre estas, mais obstinada for a prestação de esforços, por parte dos cidadãos.
P. -No grupo industrial, a força colectiva nota-se sem dificuldade, comprovada pelo crescimento da produção. Mas, no grupo político, através de que indício a reconheceremos?
R. -Os grupos activos que compõem a cidade diferem entre eles, tanto pela organização como pela ideia e pelo objectivo. Aquilo que os une já não é tanto uma ligação: de cooperação como uma ligação de comutação. A força social terá pois, com carácter, ser essencialmente comutativa; e não será por isso menos real...
P. - Qual a diferença entre a política e a economia?
R. - No fundo, são duas maneiras diferentes de conceber a mesma coisa. Nas condições actuais, a política é a arte equívoca e incerta de estabelecer a ordem numa sociedade onde todas as leis da economia são desconhecidas, todo o equilíbrio destruido, toda a liberdade reprimida, toda a consciência deformada, toda a força colectiva convertida em monopólio. (Justice, l'État.)

domingo, outubro 25, 2009

MENTIRAS QUE LITERALMENTE ENGOLIMOS!

O que nos vendem e o que compramos!
















O ENVIADO DE SÓCRATES

Deixem-me refrescar a memória de quem já se esqueceu: Vítor Constâncio foi, no início do primeiro mandato de Sócrates, quem veio dizer que o país estava um caos. E que era preciso apertar bem cinto dos trabalhadores em geral, senão viria aí uma grande catástrofe para o nosso país.

Quando ele disse isto, toda a gente ouviu e calou, achando que o homem tinha tanto prestígio e saber que só podia ter toda a razão.

Pois bem, quando a verdadeira crise (que ele nunca previu) estalou como um raio, e atravessou todo o mundo, soubemos quem era o verdadeiro Constâncio: Um péssimo regulador financeiro.

E soubemos mais: O grande moderador dos salários dos outros tinha um salário maior que o do seu “colega” do Banco Federal dos Estados Unidos da América!

Pois este mesmo senhor, não contente com as diarreias que já provocou, vem repisar no assunto, dizendo que os salários têm que ser controlados!

Mas são outra vez SÓ os salários dos outros! Porque o seu continua, escandalosa e impunemente, a pairar muito acima da maioria dos governadores bancários que existem por esse mundo além.

Por mim, quando Constâncio falasse, todos devíamos tapar os ouvidos, para não nos deixarmos levar na onda das crises que nunca mais irão acabar na língua dos ricos e na vida dos pobres.

Cunha Ribeiro

É tudo baseado na confiança!...

podem formar as equipas

Treinador marca golo do banco de suplentes

No jogo da primeira divisão japonesa, Yokohama F-Marinos VS Nagoya Grampus, o treinador sérvio Dragan Stojkovic, com o jogo interrompido, apanha a bola de primeira e “marca” golo desde o banco de suplentes. O resultado foi a expulsão do mesmo.


Aranha gigante

uma abóbara menina

10 coisas que não deves fazer num avião

um sofá aerodinâmico

Catapulta basketball

Catapultar uma pessoa para cima do telhado com uma tabela de basketball? Sim! Parece uma boa ideia!


Continuo à espera que o último filme deste senhor apareça pelas bandas lusas...Se calhar o melhor é esperar sentado!...

mais uma aventura...será a última?


O aumento das desigualdades e da exploração em Portugal

O NEGRO E O VERMELHO

. Condições para uma república democrática e social

Só há direito ao trabalho com uma transformação da propriedade; como, república digna deste nome, só há a república democrática e social.
... Se lhe tirarem o socialismo, a vossa república tornar-se-á o que foram todas as repúblicas: burguesa, feudal, individualista, com tendência para o despotismo e para a reconstituição das castas: numa lavra - insocial. (Droit au Trav. et à la Propr.)
A república é a forma de governo para a qual tende a humanidade. Podemos defini-la: um governo no qual o direito e a liberdade desempenham o papel principal, em oposição a todas as outras formas de governo, baseadas na preponderância da autoridade e da razão do Estado. Desta definição, podemos concluir que a república não existe ainda em parte alguma, e que ela nunca existiu.
Para estabelecer o governo republicano na sua verdade, cinco condições são requeridas:
1.º Definição do direito económico;
2.º Equilíbrio das forças económicas, formação dos grupos agrícolo-industriais, organização dos serviços de utilidade pública (crédito, desconto, circulação, estaleiros, etc.) de acordo com o principio de mutualidade, e de gratuidade ou preço de revenda;
3.º Garantias políticas: liberdade de imprensa e de tribuna, iniciativa parlamentar, publicidade de controlo; extensão do júri, liberdade de reunião e de associação, inviolabilidade da pessoa, do domicilio, do segredo das cartas: separação completa entre a justiça e o governo;
4.º Descentralização administrativa, ressurreição da vida comunal e provinciana;
5.º Cessação do estado de guerra, demolição das fortalezas e abolição dos exércitos permanentes.
Nestas condições, o princípio da autoridade tende a desaparecer; o Estado, a coisa pública, res publica, está assente sobre a base, para sempre inabalável, do direito e das liberdades locais, associativas e individuais, do exercício das quais resulta a liberdade nacional... (Justice, L’État.)

sábado, outubro 24, 2009

e vai mais um grandessíssimo camelo pelos ares


Um sistema eleitoral falsificado e enganador

O sistema eleitoral português está falsificado e favorece descaradamente o PS/PSD conforme se pode observar neste estudo quantificado com base nas últimas legislativas. Se assim não fosse, por exemplo, Sócrates não teria a maioria absoluta em 2005.
Ninguém acredite que a democracia de mercado deixará de ser uma falsa democracia mesmo que haja melhorias técnicas no sistema eleitoral, com uma maior democraticidade.
Esperar democracia do PS/PSD é esperar que uma abóbora podre dê nêsperas.

A conversa era tão interessante que ela até desmaiou...

ligeiramente grande

9 golos em 9 minutos. Corrupção?

como é que eu vou sair daqui?

No buraco errado…

“Wrong Hole” (Buraco errado) é uma música de sucesso com uma letra muito engraçada, realizada por DJ Lubel, com a colaboração de Taryn Southern e Scott Baio.



Dedicado à nova artista que ocupa a pasta da educação...
NÃO, não é má vontade, trata-se mesmo duma artista. Só assim se compreende o nome artístico de Isabel Alçada...
(Comparar com os outros ministros do novo governo aqui)

A senhora em causa chama-se na realidade: Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar

quem me salva?

As olimpiadas da estupidez


The Moron Olympics - Funny video clips are a click away
Novo Governo, velhas políticas

Mais 92 mil desempregados

Cálculo do FMI para 2010
O hipnotizador
O “socialismo do século XXI” e a lei de soberania alimentar

GALILEU E SARAMAGO


O julgamento pela Inquisição de Galileu Galilei (um homem profundamente crente e até bem relacionado com a hierarquia da Igreja), no qual ele se viu obrigado a abjurar as ideias do monge Nicolau Copérnico, por elas contrariarem a Bíblia, é bem conhecido. Também é conhecido que o Papa João Paulo II “anulou” a condenação do sábio, admitindo um erro institucional.

sexta-feira, outubro 23, 2009

O NEGRO E O VERMELHO

Posição prática: o contrato federativo, base dum governo democrático

Um facto, que eu não tentarei amesquinhar, é o de que a sociedade, a julgar pelas aparências, nas pode privar-se de governo. Nunca se viu uma nação, por pouco civilizada que fosse, privada deste órgão essencial. Por toda a parte, a força pública é proporcional à civilização; ou, se preferirem, a civilização é proporcional ao seu governo. Sem governo, soas, nem liberdade, nem propriedade, nem segurança; para as nações, nem riqueza, nem moralidade, nem progresso. O governo é, ao mesmo tempo, o escudo que protege, a espada que vinga, a balança que determina o direito, o olho que vigia. À menor perturbação, a sociedade contrai-se e agrupa-se em volta do seu chefe; a multidão só espera dele a sua saudação; os mais ousados contra toda a disciplina invocam-no, eles próprios, como uma divindade presente, omnipotente.
Tais palavras na minha boca, não são suspeitas, e é de tomar em consideração, para o futuro, esta concessão decisiva. A anarquia, segundo o testemunho constante da história, já não tem aplicação na humanidade, a não ser a desordem no universo... (Justice, l’État.)
Acontece, tanto em relação ao governo como à propriedade... tomado em si próprio, é estranho ao direito... é um instrumento de força...
O problema consiste pois em, depois preparado o terreno económico, tornar o governo capaz de aplicar a Justiça, libertando-o assim da fatalidade e do arbitrário: tal é o objectivo da revolução. (Justice, l’État.)
É preciso suprimir, numa palavra, tudo o que resta de divino no governo da sociedade e reconstruir o ediflcio debaixo da ideia humana do contrato... Então, se o contrato que faço com alguns, eu pudesse fazê-lo com todos; se todos o pudessem renovar entre si; se cada grupo de cidadãos, comuna, cantão, departamento, etc. formado com base num contrato semelhante e considerado como pessoa moral, pudesse em seguida, e sempre nos mesmos termos, tratar com cada um dos outros grupos e com todos, isso seria exactamente como se a minha vontade se repetisse até ao infinito. Então, eu estaria seguro de que a lei, assim estendida a todos os pontos da República, sob milhões de iniciativas diferentes, nunca seria outra coisa senão a minha lei, e de que, se esta nova ordem das coisas fosse chamada governo, esse governo seria o meu. (La Rév. ao XIXE siècle, 4.º estudo.)
Para que o contrato político preencha a condição bilateral e comutativa que a ideia de democracia sugere, é preciso que o cidadão... 1.º, tenha tanto a receber do Estado como o que se sacrifica por ele; 2.º, conserve toda a sua liberdade, a sua soberania e a sua iniciativa, menos no que é relativo ao objectivo especial para o qual o contrato foi formado, e que é garantido pelo Estado. Assim regulamentado e compreendido, o contrato político é o que se chama uma federação...
Neste sistema, os contratantes, chefe de família, comuna, cantão, província garantem para si mais direitos, liberdade que não abandonam. (Princ. Fédér., l.ª parte, cap. VII.)

qual é a deles? Serem chamados de Lords of the Flames?

a greve dos fotógrafos

Jogar xadrez assim, não dá!