terça-feira, abril 27, 2010

uma questão de equilibrismo


futebolistas gay


Ai que estou tão indeciso...


neste aqui também não...


Já chega de alçadas!!!


Formas de dizer I Love You



Este cão, tal como a caneca do Presidente da República, diz I Love You. Ainda assim, acho mais extraordinária a caneca do Presidente. Bem vistas as coisas, um cão a falar não é nada de extraordinário. Agora, o caneco do Presidente…

Já chega de sócrates!!!


Reguladores viam pornografia enquanto economia afundava

Numa altura em que se fala muito em regulação e que isso é a cura para o problema eis que...

"Funcionários sénior do regulador norte-americano Securities and Exchange Comission (SEC) passaram horas e horas a navegar em sites de pornografia em computadores governamentais enquanto estavam a ser pagos para controlar o sistema financeiro, disse uma agência de supervisão.

O inspector-geral do SEC conduziu 33 indícios de prova contra trabalhadores que viam imagens explícitas nos últimos cinco anos, de acordo com um relatório a que a «Associated Press» teve acesso.

O relatório aponta que 31 destes indícios ocorreram nos últimos dois anos e meio, desde que o sistema financeiro quase colapsou. Segundo o mesmo, este tipo de comportamento dos funcionários viola as leis de ética do país.

Este relatório, denunciado primeiro pela ABC News na passada quinta-feira, contém ainda alguns detalhes chocantes. Um advogado sénior dos escritórios do SEC em Washington passava mais de oito horas por dias a ver e descarregar pornografia. quando o seu disco ficou cheio, gravou CDs e DVDs, que guardava no seu escritório. O funcionário terá aceite despedir-se.

Outro caso, desta vez um contabilista foi bloqueado mais de 16 mil vezes num mês por visitar sites classificados como «Sexo» e «Pornografia». no entanto, conseguiu reunir uma grande quantidade de material no disco ao utilizar as imagens do Google que permitiam passar pelo filtro do SEC. O contabilista recusou testemunhar em sua própria defesa e recebeu uma suspensão de 14 dias."
Penso que não é preciso nem comentar.

Vaticano terá de decidir destino de ordem religiosa fundada por pedófilo

Na foto de 2004, João Paulo II dá a benção ao padre Marcial Maciel

NOVA YORK- Um dos próximos testes para Bento XVI na crescente crise de abusos sexuais cometidos por clérigos é decidir o destino de uma ordem religiosa cujo fundador, o padre Marcial Maciel, teve ao menos um filho e abusou de jovens seminaristas.

“100 anos da CNT” é tema de evento no Rio de Janeiro

O Núcleo de Pesquisa Marques da Costa estará promovendo em 4 de maio, no Sindipetro do Rio de Janeiro, a jornada “100 Anos da CNT e a Revolução Espanhola”.

Em julho de 1936 irrompe golpe de Estado militar na Espanha. Os trabalhadores pegam em armas e saem às ruas para combater o fascismo que tenta se impor. A partir daí a terra, as fábricas, as ruas, tudo para todos. O povo, que foi oprimido durante séculos, finalmente mudaria a situação. Através de suas mãos, operários e camponeses poderiam então decidir sobre suas próprias vidas.

A intensa capacidade de organização e mobilização da classe trabalhadora espanhola deveu-se em grande parte à ação desenvolvida por mais de duas décadas pela Confederação Nacional do Trabalho (CNT). Central sindical de caráter anarco-sindicalista, fundada pelo povo espanhol em 1910, já no ano seguinte contava com 30.000 membros.

E é para rememorar os 100 anos da CNT e as lutas da Guerra Civil Espanhola que o Núcleo de Pesquisa Marques da Costa envia este convite para o evento 100 Anos da CNT e a Revolução Espanhola. O evento, com entrada franca, contará com a exibição do documentário "Guerra Civil Espanhola: prelúdio à Tragédia" (58 min.), seguido de uma palestra de Miguel Suarez, mestrando de História da Universidade Federal Fluminense sobre os "Cem Anos da CNT e a Revolução Espanhola".

A mesa contará ainda com a mediação de Antony do Vale (Sindipetro) e a participação de Alexandre Samis (Federação Anarquista do Rio de Janeiro).

Dia: 04 de maio, terça-feira.

Hora: 18 horas.

Local: Auditório do Sindipetro - Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro - Avenida Passos, 34 - segundo andar. (entre a Praça Tiradentes e a Avenida Presidente Vargas)

Este evento é uma organização conjunta de: Núcleo de Pesquisa Marques da Costa - NPMC e Sindipetro-RJ.

agência de notícias anarquistas-ana

Portugal - Toca Verde: um novo espaço alternativo no Porto para a jardinagem libertária, a ecologia e a intervenção urbana

Toca, sente e age. Existimos porque conhecemos o tédio e a mediocridade que governam o dia a dia. Porque vos queremos relembrar disso e para o fazer será preciso bofetear, gritar e rasgar com tudo, para que nos ouçam, para que olhem e toquem no mais sujo dos espaços. Somos uma idéia, um projeto nômade que constrói a sua estrutura em lugares puros. Lugares, não lugares, degradados?! Para nós o lugar nasce quando é morto, quando a sociedade lhe esquece o típico e triste funcionamento, quando a lacuna de cargos sociais provoca tal proeza. Nascemos do erro dos outros, fazemos do seu cancro um objeto religioso. É apenas neste preciso momento que a matéria nasce com total liberdade. Reclamamos o uso de espaços que nos pertencem, de espaços que não existem mais, somos necrófagos do lugar. Todo e qualquer objeto abandonado é carne fresca para a nossa atividade.

Conhecemos com total clareza a vontade publica de aniquilar tudo aquilo que constitui o seu patrimônio; deixem cair!, ficará a fachada e por trás dela faremos um shopping, um parque de estacionamento, um campo de tênis talvez, uma nova batalha política. Se esta é a lei, então somos terroristas sofisticados, parasitas no sistema e respondemos com ataque duro. Não nos confundam com artistas precários na busca de mais um lugar boêmio com estilo, não nos confundam com construtores nem tão pouco com burocráticas e intelectuais associações que coexistem no sistema. Defendemos algo que é nosso, que é belo, que respira de possibilidades, estaremos em todas as frentes com ou sem consentimentos, respondemos porque acreditamos que ainda é possível romper com percepções e ter uma réstia de sinceridade. Somos uma comunidade livre mas consciente. Tragam-nos ação, revolta e ocupação sincera.

Hoje estamos na rua das oliveiras, reabilitamos um espaço nascido em 1720. O seu futuro é incerto mas vive da nossa memória e por ela se afirmará. Ajuda e participação são aceites e agradecidas, desde que com vontade de guerrilha. Proponham-nos projetos, obras, escritos, trocos, oficinas, madeiras, pedras, comida e sobretudo momentos de genuína percepção. Somos uma viagem que se quer em todo o lado, não porque todo o lado seja desculpável e discutível, mas porque todo o lugar pode ser repensado com culpa assumida! Crescemos fartos do cidadão intelectual, da palestra, da conferência, do artista, da instituição que resolve mas não cria. Não vamos pela conversa de entretenimento. O Porto está abandonado e não há grande novidade nisso, toda a gente o sabe e coloca a sua ação como bem entender, a nossa não pretende ser original ou tão pouco refrescante, mas sim exata e ativa. Não nos contatem para discussões, a era do diálogo já deu provas de completa inutilidade, somos lavradores com ódio declarado à medíocre intelectualidade portuense.

Mais infos: http://toca-aqui.blogspot.com

Agência de notícias anarquistas-ana

Grécia - Conferências sobre ação direta e sindicalismo de base

Com um pouco de atraso relatamos que nos dias 27 e 28 de fevereiro passado, na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade pública de Atenas, Eutopia (revista pelo comunismo libertário) e o Grupo de Comunistas Libertários organizaram duas conferências sobre ação direta e sindicalismo de base.

O tema da primeira conferência foi "A experiência italiana do sindicalismo de base”. O principal orador desta conferência foi o companheiro Massimo Varengo (Federação Anarquista Italiana-Milão). A discussão se desenrolou com um relatório do orador, perguntas dos participantes, e as respostas do relator. Foi um diálogo muito interessante sobre o papel do sindicalismo revolucionário nas lutas sociais contemporâneas. Esta conferência não atraiu muita gente, somente cerca de 130 pessoas, porque algumas horas antes acontecia um evento anti-autoritário no bairro de Vironas, onde o acontecimento foi atacado com violência por unidades anti-motins da polícia, resultando em vários companheiros presos e feridos.

Na segunda conferência, houve uma participação de aproximadamente 250 pessoas e o tema foi "Luta de classes não delegadas na Grécia hoje e suas perspectivas sociais”. Nessa conferência diversos companheiros de sindicatos de base, grupos autônomos de trabalhadores e editores anarco-sindicalistas, expuseram suas experiências, mas também análises sobre o presente e o futuro da luta de classe autônoma. Esta discussão foi igualmente interessante pelas questões levantadas pelos promotores, tais como podemos criar novos modelos de organização e luta para unificar os objetivos de classe no social, na ação (intervenção) e nas associações comunitárias.

Acreditamos que estes dois debates têm contribuído para seguirmos em frente, ao tratar de questões-chave que têm relação direta com o conteúdo das lutas sociais deste período na Grécia, mas não só aqui, é claro. A troca de experiências e opiniões entre os companheiros de países que pertencem ao mesmo super-estado (União Européia) é importante para uma leitura mais profunda da atual luta de libertação social.

Revista Eutopia - Atenas

Grupo de Comunistas Libertários – Atenas

agência de notícias anarquistas-ana
O declínio da UE e de Portugal no mundo actual

O NEGRO E O VERMELHO

Se dois negociantes formam uma sociedade de comércio, enquanto a sociedade durar os ganhos e prejuízos são comuns; produzindo cada um não para si mas para a sociedade, quando chega o momento da partilha não é o produtor que se considera, é o sócio: Eis o escravo, a quem o plantador dá a palha e o arroz; o operário civilizado, a quem o capitalista paga sempre um salário mínimo; não sendo sócios dos patrões, se bem que produzindo com eles, não partilham o produto. Assim, o cavalo que puxa as diligências e o boi que puxa as charruas produzem connosco mas não são nossos sócios; ficamos com o produto mas não partilhamos. É igual a condição dos animais e dos trabalhadores que nos servem: quando fazemos bem a uns o outros, não é por justiça, é por generosidade (1).
Mas poderá ser que nós, homens, não sejamos todos associados? Lembremo-nos do que disse nos dois capítulos anteriores; mesmo que não quiséssemos ser associados, a força das coisas, as necessidades do consumo, as leis de produção, o princípio matemático da troca, associavam-nos. Existe apenas uma excepção a esta regra: o proprietário não é sócio de ninguém, produzindo pelo seu direito de lucro, por consequência, não está obrigado a partilhar do produto, como também ninguém tem a obrigação de lhe dar qualquer parte. Exceptuando o proprietário, trabalhamos todos uns para os outros, nada podemos individualmente sem a assistência dos outros, fazemos trocas contínuas de produtos e serviços: o que é tudo isto senão actos de sociedade?
Ora, uma sociedade de comércio, indústria, agricultura, não pode ser concebida fora da igualdade: a igualdade é a sua condição necessária de existência: de tal maneira que em todas as coisas respeitantes a essa sociedade, faltar à sociedade, faltar à justiça, faltar à igualdade, é exactamente a mesma coisa. Apliquem esse princípio a todo o género humano; depois do que leu admito-o, leitor, bastante inabilitado para passar sem mim.
________________
(1) Fazer um acto de benevolência para com o próximo diz-se, em hebraico, fazer justiça; em grego fazer compaixão ou misericórdia (éléemosinen, ou em francês esmola); em latim fazer amor ou caridade; em francês dar a esmola. É sensível a degradaçâo do princípio através destas diversas expressões: a primeira, designa o dever; a segunda, semente a simpatia; a terceira, a afeição, virtude de intento, não de obrigação; a quarta, o bom prazer.
Segundo esta ideia, o homem que se apossa de um campo diz: Este campo é meu; não será injusto senão enquanto os outros homens não tiverem todos a mesma faculdade de possuir como ele; também não será injusto se, querendo estabelecer-se noutro sítio, trocar um campo contra um equivalente. Mas, pondo um outro no seu lugar se lhe disser: Trabalha para mim enquanto descanso; então, torna-se injusto, desassociado, desigual: é um proprietário.
Reciprocamente, o mandrião, o debochado, sem desempenhar nenhuma tarefa social que usufrui como qualquer outro e, às vezes, mesmo mais dos produtos da sociedade, deve ser perseguido como ladrão e parasita: não temos obrigação de lhe dar nada; mas visto que apesar disso é preciso que viva, devemos vigiá-lo e conduzi-lo ao trabalho.
A sociabilidade é como a atracção dos seres sensíveis; a justiça é essa mesma atracção acompanhada de reflexão e conhecimento. Mas sob que ideia geral, sob que categoria do entendimento percebemos nós a justiça? Sob a categoria das quantidades iguais. Daí a antiga definição da justiça: Justum aequale est, injustum lnaequale.
O que é, então, praticar a justiça? É dar a cada um igual parte dos bens sob igual condição do trabalho; é agir societariamente. Bem pode murmurar o nosso egoísmo; não há subteefúgio possível contra a evidência e a necessidade.
O que é o direito de ocupação? É uma maneira natural de dividir a terra justapondo os trabalhadores à medida que se apresentam: esse direito desaparece perante o interesse geral que, sendo o interesse social, é também o do ocupante.
O que é o direito do trabalho? É o direito de se fazer admitir na participação dos bens preenchendo as condições precisas; é o direito de sociedade, é o direito de igualdade.
A justiça, produto da combinação de uma ideia e de um instinto, manifesta-se no homem na medida em que é capaz de sentir e ter ideias; como resultado tomou-se por um sentimento inato e primordial, opinião falsa, lógica e cronologicamente. Mas a justiça, pea sua composição híbrida, se ouso chamá-la assim, a justiça, nascida de uma faculdade afectiva e de uma

segunda-feira, abril 26, 2010

exercício por imitação

não confies numa míuda senão...

Fotos com duplos sentidos


Milhares de preservativos distribuídos durante visita do Papa

Yngwie Malmsteen - Far Beyond the sun - por dois violinos

Duas atitudes irracionais

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês pondo um prato de arroz na lápide ao lado.
Vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor pensa mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, e geralmente na mesma hora em que o seu vem cheirar as flores!

Oferece o prato de arroz e o ramo de flores enquanto as pessoas que gostas estiverem vivas porque depois dá origem a este tipo de diálogo...

um momento antes...

Dá que pensar, não dá?

Fotos com duplos sentidos



a mulher forte de washington


perspectivas...


vê lá se as minhas cócegas não são as melhores?...



Quando a injustiça se torna Lei,
a Revolta passa a ser um dever!
A questão social

O NEGRO E O VERMELHO

§ 2.º - Do primeiro e do segundo grau da sociabilidade

Insisto no facto que acabo de assinalar e que é um dos mais importantes da antropologia.
A tendência de simpatia que a sociedade provoca é, por natureza, cega, desordenada, sempre pronta a esgotar-se no impulso do momento, sem atenção aos direitos anteriores, sem distinção de mérito ou prioridade. É o cão bastardo que segue indiferentemente todos aqueles que o chamam; é a criança de mama que toma todos os homens por papás e cada mulher por alimentadora; é todo o ser vivo que, privado da sociedade de animais da sua espécie, se agarra a um companheiro de solidão. O carácter fundamental do instinto social torna insuportável e até odiosa a amizade de pessoas levianas sujeitas a entusiasmarem-se por cada nova cara, amáveis a torto e a direito, e negligenciando as afeições mais antigas e respeitáveis por uma ligação de passagem. O defeito de tais seres não está no coração: está no senso. Neste grau de sociabilldade é uma espécie de magnetismo que a contemplação de um ser parecido connosco desperta mas cujo fluxo nunca sai do que o experimenta; que pode ser recíproco, não comunicando, amor, boa-vontade, piedade, simpatia, chamem-lhe como quiserem, nada tem que mereça estima, nada que eleve o homem acima do animal.
O segundo grau da sociabilidade é a justiça, que se pode definir, reconhecimento de uma personalidade igual à nossa em outrem. É-nos comum com os animais quanto ao sentimento; quanto ao conhecimento apenas nós podemos fazer uma ideia completa do justo, o que, como dizia há pouco, não muda a essência da moralidade. Veremos dentro em pouco como o homem se eleva a um terceiro grau de sociabilidade que os animais são incapazes de alcançar. Mas antes devo demonstrar metafisicamente que sociedade, justiça e igualdade são três termos equivalentes, três expressões que se traduzem e cuja conversão mútua é sempre legítima.
Se, no tumulto de um naufrágio, escapado numa barca com algumas provisões, me aperceber de um homem lutando contra as ondas, sou obrigado a socorrê-lo?
- Sim, sou obrigado a isso sob pena de me tornar culpado, em relação a ele, de prejudicar a sociedade, de homicídio.
Mas sou igualmente obrigado a partilhar com ele as minhas provisões?
Para resoIver esta questão é preciso inverter os termos: Se a sociedade é obrigatória para a barca é também obrigatória para os víveres? Sem dúvida; o dever de associado é absoluto; a ocupação das coisas por parte do homem é posterior à sua natureza social e conserva-se-lhe subordinada; a posse não pode tornar-se exclusiva senão a partir do instante em que a permissão de ocupar é dada a todos por igual. O que torna aqui o nosso dever obscuro é a faculdade de previsão que, fazendo-nos recear um perigo eventual, nos leva à usurparão e nos torna ladrões e assassinos. Os animais não calculam o dever do instinto nem os inconvenientes que daí podem resultar para si próprios: seria estranho que a inteligência se tornasse para o homem, o mais sociável dos animais, um motivo de desobediência à lei. Esse mente à sociedade que pretende usar apenas em sua vantagem; mais valia que Deus nos retirasse a prudência se ela devesse servir de instrumento ao nosso egoísmo.
Quê! direis, será preciso que partilhe o meu pão, o pão que ganhei, que é meu, com o estranho que não conheço, que não tornarei a ver, que talvez me pague com ingratidão! Se ao menos esse pão tivesse sido ganho em comum, se esse homem tivesse feito alguma coisa para o obter, poderia pedir a sua parte pois o seu direito estaria na coperação, mas que há entre mim e ele? Não produzimos nada juntos; não comeremos juntos.
O vício deste raciocínio consiste na falsa suposição de que tal produtor não é necessariamente associado de outro determinado produtor.
Quando se formou legalmente uma sociedade entre dois ou vários particulares, cujas bases foram combinadas, escritas, assinadas, a partir daí não haverá qualquer atrito sobre as consequências. Toda a gente está de acordo que associando-se dois homens para a pesca, por exemplos se um deles não pescar nada, não deixa de ter direito sobre os peixes do seu sócio.