terça-feira, novembro 04, 2008

sobre as torres...







Bush não sabia que o Egipto tinha imitações da pirâmide de Las Vegas

Ao que o IP apurou, George W. Bush ficou irritado com o Médio Oriente, após o périplo que realizou pela região e que terminou esta semana. “Chego ao fucking Egipto e o que vejo?! Três pirâmides, exactamente igual à de Las Vegas! E até tem um bicho com cara de gente, que parece a Hillary Clinton, como Las Vegas também tem! Esta gente escurinha só sabem copiar os EUA! Só a democracia é que não sabem imitar”, explicou George W. Bush ao nosso jornal. “A culpa é dos alemães, que mandaram fazer na capital do país, Paris, uma torres de ferro igualzinha à que está no meio de Las Vegas. Ainda bem que os EUA não copiam ninguém! Não são como os grécios, que têm uma casa no cimo de um monte com uns pilares brancos iguaizinhos aos que eu tenho na minha casa, em Washington”, concluiu.

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sem comentários


Bush propõe a países árabes tornarem-se judeus

Como se esperava, nada de decisivo saiu da conferência de paz para o Médio-Oriente de Annapolis, nos EUA, mas o IP sabe que George W. Bush, à semelhança de Bill Clinton ou Jimmy Carter, avançou com propostas concretas. “Tipo, se todos vocês deixassem de acreditar em mentiras e abraçassem a Verdade de Jesus Cristo, tudo isto acabava agora mesmo e podíamos ir ao KFC encomendar umas asas picantes”, afirmou o presidente dos EUA aos representantes árabes e israelitas, proposta que não foi bem recebida por ambas as partes. “Tipo, meu, está bem. Se não querem ser todos cristãos, porque é que não se tornam todos judeus? Bastava vocês todos do deserto cortaram aqui mesmo os vossos preplú… os vossos perpur… os vossos pirilaus e podíamos ir todos ao Taco Bell encomendar umas enchiladas. Não? Está bem. Desisto. Só não digam que eu não tentei”, concluiu George W. Bush. •

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isso eu não faço...


"SLOGANS" PARA A MANIFESTAÇÃO DE 15 NOVEMBRO

Nesta entrada vamos colocar, a partir de hoje, uma série de solgans e palavras de ordem que revelem o espírito da Manifestação de 15 de Novembro. Serão acrescentados à medida que nos forem chegando para o e-mail manif15nov@gmail.com.

Sem ensino de qualidade não há desenvolvimento na sociedade!

Categoria há só uma: 'professor' e mais nenhuma!

Não há Entendimento sem o nosso consentimento!

http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/

O abandono escolar continua

http://antero.wordpress.com/

Quem pode recusar o processo de avaliação de desempenho? O avaliado, com certeza. O avaliador não pode recusar, mas tem margem para adiar se pedir esc

O coordenador/avaliador não se pode recusar a avaliar, faz parte do conteúdo funcional da "categoria" de prof titular.

Pode pedir demissão da função ao CE, mas muito provavelmente não é aceite a não ser em situações extremamente relevantes desde que haja mais titulares.
Aos avaliados é que nada acontece salvo a não progressão.
Convém referir que a recusa em ser avaliado só se faz não entregando o documento de auto-avaliação, que desencadeia o processo.
Infelizmente se o avaliado não definir objectivos o CE é obrigado a fixá-los já que na lei é referido que prevalece a posição do avaliador.
Não era essa a interpretação que estaria no espírito da lei; mas é essa a interpretação da tutela, neste momento.
Não pode o avaliado recusar ou impedir a entrada do avaliador na sua sala porque aí prende-se com uma determinação do CE e o não cumprimento de determinações dos CE...
Pelo que, aparentemente, salvo melhor opinião,só no momento da entrega do documento de auto-avaliação é que se formaliza a recusa do docente em ser avaliado.E aí o processo bloqueia.
Mas até lá...
É só uma perspectiva…
Benilde
http://www.profblog.org/

sem comentário...


manifestação dia 15 de Novembro


Insulto

Supostamente, toda a gente defende a liberdade de expressão. Mas quando esta ideia vaga se condensa em algo de palpável vê-se que as palavras usadas já não querem dizer o que poderíamos pensar que querem dizer. “Liberdade de expressão” passa então a querer dizer algo como “cada qual pode dizer o que quiser, desde que não me insulte nem me ofenda nem ponha em causa as minhas causas mais queridas nem chame nomes feios à minha gata”. E as excepções nunca mais acabam, vivendo da vagueza do extraordinário conceito de excepção à regra, que neste caso tem o efeito delirante de acabar com a própria regra.Não há liberdade de expressão sem liberdade para insultar. Na verdade, a liberdade para insultar é fundamental numa sociedade que se quer honesta porque o insulto é precisamente uma das mais poderosas armas conhecidas contra o auto-engano. Sem auto-engano não há insulto, e o insulto é precisamente o balde de água fria que ameaça liquidar a fantasia em que o insultado insiste em viver. Se o insultado não desconfiasse de que há uma ponta de verdade no insulto, não se teria sentido insultado. Acusar um homem de ser uma pedra da calçada disfarçada não insulta. Acusar um homem de ser maricas insulta — mas só se ele desconfiar que, no fundo, até é um bocado maricas.Nada há talvez de mais eficiente para desmontar uma ilusão colectiva do que uma forte gargalhada geral. Uma cerimónia cheia de pompa — como um ritual religioso — só pode funcionar enquanto as pessoas não desatarem a rir perante tanto auto-engano: símios cheios de maneirismos a fingir que estão a fazer coisas importantes, quando toda a gente sabe que o realmente importante não é o que se faz nas cerimónias pomposas e nos rituais, mas na vida real — quando amamos, oferecemos, recebemos, trabalhamos, choramos e rimos, sem pompas nem rituais. Daí que qualquer humor baseado em cerimónias pomposas seja sempre insultuoso para os cerimonialistas: a gargalhada põe a nu o auto-engano.A vida seria mais honesta e bonita se nos deixássemos destas tolices. Não é uma boa ideia viver a vida a fingir que somos o que realmente não somos, sempre desconfiados de que somos outra coisa menos nobre. Que se lixe. Se formos honestamente humanos, saberemos que temos falhas: não somos os mais corajosos, os mais ricos, os mais bonitos, os mais inteligentes, mas saberemos dar qualquer coisa de valor aos que nos rodeiam, modestamente. E saberemos rir das fátuas pretensões humanas, que tanto sofrimento têm provocado ao longo da história.Daqui a apenas cento e cinquenta anos estaremos todos mortos, incluindo os bebés que acabaram de nascer. Não há boas razões para pensar que há uma vida depois desta; mas mesmo que haja, é uma boa ideia fazer desta uma vida boa. Acontece que isso não é possível enquanto continuarmos a sentir-nos insultados, pois só podemos sentir-nos insultados quando queremos proteger uma mentira acerca de nós mesmos. E nenhuma felicidade genuína é possível se vivermos na mentira.
http://dererummundi.blogspot.com/

OGANA?


“Manifesto” pela Dignidade…

Uma expressão da vontade indómita e dos sentimentos mais lídimos dos professores da Escola Secundária Raul Proença

Proferir a palavra dignidade é exprimir um conceito cujo significado e sentido profundo se torna quase indizível, porque não se trata de uma simples palavra que se proclama, mas de uma realidade ética e moral que se impõe, no íntimo de cada um de nós, como um inexpugnável baluarte de uma natureza humanizada e inexoravelmente marcada pelo sentido do Eu e do Outro. Do Outro como minha imagem e semelhança sentida e vivida nos mesmos apelos à liberdade, à solidariedade e à responsabilidade de que é feita a cidadania.
É esta dignidade que está ferida pela indignidade que os responsáveis do Ministério da Educação fizeram recair sobre os professores e a profissão docente culpabilizando-os de todos os erros, aviltando a sua imagem pública, desautorizando-os na sua função educativa, minando-os nas suas convicções, fragilizando-os nas suas relações, esgotando-os nas suas energias, castigando-os com mentiras insidiosas e aprisionando-os num complexo e estranho sistema de avaliação, feito de muitos domínios, numerosos elementos, imensos indicadores e intermináveis descritores.
Em suma, feito de intenções inconfessadas e disfarçadas por uma gigantesca panóplia de critérios, ditos de avaliação, que, pela quase impossibilidade prática de aplicação dos mesmos, mais não permite do que ponderações e quantificações esgotantes e susceptíveis de lançar as escolas, em geral, e a nossa escola, em particular, num estado de confusão ditado pelo facto de os avaliadores e os avaliados serem, simultaneamente, actores e espectadores envolvidos numa miscelânea de papéis, no contexto dos quais os avaliadores sentem o sabor amargo de uma imposição que os torna legalmente competentes, mas não pessoalmente legitimados, e os avaliados sentem a legitimidade para não reconhecer o artificialismo legal que define e estabelece o papel dos seus pares como avaliadores.
Deste modo, sendo esta a realidade de facto e porque dela decorre um ambiente escolar cada vez menos saudável, quer do ponto de vista do estado de espírito dos professores, individual e colectivamente considerados, quer do ponto de vista da disponibilidade psíquica e física necessária à criação das indispensáveis condições para o exercício de uma prática lectiva de qualidade, os professores, reunidos em assembleia, foram unânimes na tomada da decisão estabelecida no sentido de endereçar, aos responsáveis do Ministério da Educação, um pedido de suspensão do actual modelo de avaliação e declarar a necessidade de o mesmo ser repensado e rectificado, em nome da dignidade dos professores e da profissão docente, de modo a não pôr em causa o normal e adequado funcionamento da Escola, para bem de toda a comunidade educativa.

Caldas da Rainha, 3 de Novembro de 2008


Os professores:

Que força é essa!...


O chumbo do bom aluno - um texto de Carlos Fiolhais sobre o crescente fosso entre ricos e pobres em Portugal

Uma auto-avaliação é sempre uma avaliação incompleta pois um bom aluno só o é, de facto, se for examinado externamente e se, em comparação directa com os outros, não se sair mal da prova. Pois Portugal, tantas vezes chamado “bom aluno”, não se tem saído airosamente de algumas provas internacionais em que tem entrado.Dois relatórios internacionais sobre a desigualdade social recentemente publicados, um mais abrangente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e outro mais restrito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), não classificam bem as políticas sociais do nosso país ao longo dos últimos vinte anos. Ambos convergem em classificar Portugal no grupo de países onde as desigualdades entre ricos e pobres são maiores. O estudo da OIT (“Desigualdades de rendimentos na era da globalização financeira”) mostra que o fosso entre os mais ricos e os mais pobres tem vindo a aumentar sistematicamente ao longo dos últimos anos (que não tem necessariamente de ser assim é exemplificado pelo caso de Espanha, onde o fosso tem diminuído). Por outro lado, o estudo da OCDE (“Crescimento desigual?”) coloca-nos em terceiro lugar numa tabela de desigualdade social, apenas batidos pelo México e pela Turquia, e logo antes dos Estados Unidos, que são bem desiguais. Como se tal fosse pouco, o mesmo estudo faz-nos uma menção especial, ao afirmar que a média dos dez por cento mais pobres do Reino Unido ganha mais do que o português médio. Claro que os portugueses ricos ou da classe média alta que viajam a Londres já sabiam isso e os autóctones que vêem a “working class” inglesa vir de férias ao “Allgarve” também já sabiam isso, mas agora todos sabem.São más notícias não para este ou aquele governo em particular, mas para o conjunto dos governos, do PS ou do PSD, que se têm sucedido nas últimas duas décadas. É certo que eles propuseram ou mantiveram algumas políticas com preocupação social, como a do rendimento mínimo garantido, mas estas têm-se revelado claramente insuficientes para debelar um problema que parece ser estrutural. Mesmo com o rendimento mínimo, a pobreza parece estar garantida, parece um destino.À margem do relatório da OCDE, o Professor Anthony Atkinson, da Universidade de Oxford, comentou as respectivas conclusões, lembrando que estamos a viver uma crise mundial, uma crise que não é só em “Wall Street”, mas também em “all streets”:
“A recessão – se se confirmar – não será uma boa notícia para todos os que estão nas margens da força laboral (...) Há uma mensagem política. Os orçamentos dos governos estão sob stress, mas os cidadãos estão à espera de que, se há fundos para salvar os bancos, então os governos podem subsidiar benefícios para o desemprego e para o emprego. Se os governos podem ser credores de último recurso, então gostaríamos de os ver como empregadores de último recurso. Falando claro, os governos têm de entrar em acção tal como Roosevelt fez na Grande Depressão”.
Não há o risco de os liberais ou neo-liberais aparecerem a protestar porque eles andam desaparecidos em parte incerta... As medidas para os governos combaterem o desemprego terão de ser dirigidas principalmente aos mais novos, porque, segundo os ditos relatórios, são eles os mais ameaçados pela pobreza. Os pobres mais recentes não são os velhos mas as crianças e jovens. Em particular, a desqualificação dos nossos jovens – culpa em larga medida de um sistema educativo iníquo - é um problema que clama por solução urgente. Será que podemos fazer isso? Sim, podemos. “O destino não é uma questão de sorte – é uma questão de escolha. Não é algo para ser esperado - é algo para ser conseguido”. Quem o disse não foi Barack Obama, foi William Jenning Bryan, um candidato do Partido Democrata três vezes derrotado à presidência dos Estados Unidos no dealbar do século XX. Bryan opunha-se com energia ao darwinismo social, ao triunfo dos mais ricos à custa dos mais pobres, o que, do outro lado do Atlântico como aqui, continua a ser um imperativo moral.
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A obesidade como símbolo do capitalismo em estado terminal


A obesidade não é senão o resultado de um modelo louco de desenvolvimento, direccionado para a acumulação desenfreada dos lucros e dos privilégios de uma oligarquia prepotente e cínica que não olha a meios para manter e reproduzir o seu enorme poder.Não se pretende, longe disso, estigmatizar as pessoas obesas, mas antes ver no seu corpo martirizado a metáfora do capitalismo na sua fase terminal. Com efeito se a acumulação de calorias reflecte a acumulação exponencial do capital , a obesidade da população dos países capitalistas dominantes, a bulimia dos mercados financeiros, a hipertensão bolsista, a bolha imobiliária são bem os sintomas ameaçadores de enfarto sistémico que pesa sobre o capitalismo à beira do colapso.

http://pimentanegra.blogspot.com/

Concentração de professores em Almada (amanhã, dia 4, às 17h30, na Praça da Liberdade) pela suspensão imediata desta avaliação burocrática.

Manifestação dos estudantes do ensino básico e secundário - 5 de Novembro - por todo o país e em todas as escolas



Em Lisboa: 10h00 todos no Marquês Pombalou
às 10h30 em frente ao Ministério.
No Porto a Manif realiza-se pelas 9h30 e a concentração é na Avenida dos Aliados.
VAMOS todos à Manif !

http://directoresnao.blogspot.com/

Objectivos da Plataforma:

- Desevolver uma campanha de Informação no maior número de escolas do País no sentido de alertar todos os colegas para o perigo deste Modelo de gestão das escolas ( com os sinistros directores).

- Desenvolver a Luta Estudantil necessária para Obrigar a Ministar da Educação e o Governo a desistir da aplicação deste Modelo.

- Alertar e consciencializar os estudantes em geral e as suas organizações representativas ( Associações de Estudantes) para o perigo que significa a aplicação do novo Modelo.

- Dar a conhecer e desmascarar os Objectivos do novo Modelo de Gestão das Escolas.

Contactos:

Vera Nunes ( Conselho Pedagógico Sec. de Camilo Castelo Branco) - 919 193 448

plataformaestudantil@gmail.com

Luis Baptista ( Porta-Voz da Plataforma Estudantil) - 926 854 208

http://pimentanegra.blogspot.com/

segunda-feira, novembro 03, 2008

REUNIÃO PARA DISCUTIR O MOMENTO DA ESCOLA PÚBLICA

No próximo dia 4 de Novembro, às 18h30m, terá lugar na Escola EB2 João de Deus,
Av. de Sabóia, Monte Estoril, uma reunião sindical aberta a todos os professores que queiram participar. Esta reunião terá carácter alargado aos colegas de outras escolas desde que não precisem de justificação de faltas.

Ordem de Trabalhos:
Informações
Avaliação de desempenho
Acção reivindicativa

Contamos com a participação de:

SPGL - Isabel Pires, António Avelãs (Presidente)
e Manuel Grilo (responsável pela Informação)
APEDE - Francisco Trindade
Comissão de Defesa da Escola Pública - Carmelinda Pereira

E pronto como estão a ver aqui o elemento mais fraquinho da APEDE por impossibilidade de todos os outros membros (raios os partam!) estará nessa dita reunião acima apresentada para falar de como os professores pertencentes aos movimentos são irmãos dos sindicalistas do spgl e da fenprof...Qualquer coisa desse estilo. Quem quiser aparecer e levar bolo de chocolate esteja à vontade!

Ministra da educação está arrependida de ter tirado a maioria ao PM

“Dá-me a maioria absoluta já!”, grita um tresloucado José Sócrates num filme colocado no YouTube que deixou Portugal em estado de choque. Pelo que se percebe do filme, Sócrates percebeu que a ministra da Educação estava a colocar a maioria absoluta em causa, quis recuperá-la e Maria de Lurdes Rodrigues perdeu a cabeça e lutou corpo a corpo com o chefe de Governo. As imagens terão sido captadas por Pedro Silva Pereira que se limita a pedir a Mário Lino e Nunes Correia para saírem da frente da câmara e ri desalmadamente. Pior: enquanto Sócrates luta com a ministra no chão e em cima da mesa, os membros do Governo só dizem “Altamente!”, “Isto é demais, ouve lá!”, “É melhor que a porrada no PSD!” e, já no final, parece ser Jaime silva quem diz “Olha o bebezão vai cair!”.
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Os padrinhos do noivo?!!!


Exames nacionais não são fáceis, críticos é que optam por resoluções simplistas

Facilitismo, tem sido a palavra usada sempre que o tema são os exames nacionais deste ano. Mas o problema não são os enunciados demasiados fáceis, mas sim uma mentalidade retrógrada e simplista que falha em chegar ao âmago das questões e desenvolvimentos implícitos. Alguns exemplos. “O João tem cinco laranjas e comeu duas. Com quantas laranjas ficou o João?” Resposta simplista: 3 Resposta dentro das expectativas contemporâneas: “Ocorre actualmente uma procura crescente por alimentos, principalmente oriunda dos países asiáticos emergentes, que inflacionam os mercados internacionais. Este factor real, associado a uma componente psicológica colada à galopada do petróleo e à incerteza quanto à evolução da crise hipotecária americana, coloca pressão nos géneros alimentares. Se o João tinha cinco laranjas, uma quantidade irrazoável para consumo pessoal, e anunciou ter ingerido duas, possivelmente não o fez. Apenas criou no mercado a percepção da escassez de laranjas, para inflacionar artificialmente o seu preço. Sendo o João um especulador, no final ficou sem nenhuma laranja, já que terá vendido a totalidade pelo preço de 20 laranjas na semana passada”.
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Que ninguém se lembre de fazer esta triste figura no dia 8...ainda diziam que a culpa era dos movimentos de professores...


Acordo ortográfico, o novo euro!

Portugal já sofreu um processo semelhante a este, há uns anos, quando o País aderiu ao euro, abandonando o escudo. Assim, é de prever que: - Tal como os comerciantes no dia 31 de Dezembro de 1999 vendiam os cafés a 50 escudos e, um dia depois, já estavam a vendê-lo a 50 cêntimos, é de prever que as operadoras de telecomunicações também aumentem o preço das novas palavras, deixando de cobrar, num SMS, uns meros 0,02 cêntimos pela palavra “anti-terrorismo”, e passem a cobrar 0,5 cêntimos pela palavra “antiterrorismo”, o que fará uma enorme diferença na facturação mensal do Ângelo Correia e do Nuno Rogeiro; - Tal como existiu um período de adaptação, durante o qual conviveram o escudo e o euro, também vai haver um período de adaptação, 10 anos, durante o qual os portugueses tanto podem usar a norma antiga do Português como a nova norma, resultante do Acordo Ortográfico. Isto vai novamente causar confusão nos mais idosos, que entregarão as cartas da Caixa Geral dos Depósitos sobre a reforma ao primeiro meliante que lhes aparecer no caminho, para que lhes explique se aquele “saldo atual” é o antigo “saldo actual”; - Por último, é de prever que, tal como milhares de portugueses encheram o Banco de Portugal com notas e moedas de escudo, para serem trocadas por euros, milhares e milhares de idosos e idiotas mansos corram ao Instituto Camões, para trocarem os velhas palavras portuguesas pelas novas palavras brasileiras, exigindo que lhes troquem o “óptimo” pelo “baril”. “As Guerras do Alecrim e da Manjerona” ou “As Guerra do Cacau e da Mandioca”? Muitos temem que o Acordo Ortográfico mude para sempre a maneira como as grandes obras portuguesas são publicadas, com os seus vocábulos adaptados à nova realidade “abrasileirada”. Os brasileiros dizem que nada disso se passará, mas o certo é que o IP descobriu uma edição d’ “Os Lusíadas”, publicada este mês pela “Companhia das Letras”, e os receios confirmam-se, como se pode ver por este excerto do Canto IV, designado na introdução do livro como “A múmia de Belém”… Mas uma múmia de cara de senador, Que ficava na praia, entre a galera, Botou em nós os olho, meneando Três vezes a cabeça, descontente, A voz pesada levantando p’ra xúxú, Que nós no mar ouvimos até com o cu, Com um saber que não estava nada mal, Tal prálápápá tirou do peitoral: Já numa edição d’ “Os Lusíadas”, publicada pela Editorial Karl Marx, também se nota que Luanda é um dos grandes beneficiados pelo novo Acordo Ortográfico, como se pode ver pela continuação do Canto IV… Ó glória de generalar! Ó vã kobiça Desta vaidade, a quem chamamos Nhânhâ! Ó mabukuku gosto, kê se tiça Tal como Roma e Pavia (ou, pior ainda, a Casa da Música), o Acordo Ortográfico entre Portugal e o Brasil demorou a ser feito. Desde que foi acordado, em 1991, até que seja ratificado por Portugal, em 2008, decorreram 17 longos anos (os adeptos do Sporting, por exemplo, têm perfeita consciência do que significa uma demora de 17 anos). Para dar uma ideia, se todos os protocolos que Portugal assinou com países estrangeiros fossem assim, Mário Soares tinha assinado o Tratado de Adesão de Portugal à CEE e, 17 anos mais tarde, António Guterres tinha ratificado a entrada de Portugal na União Europeia. Lamentamos, mas há coisas que são feitas na altura em que se pensa nelas ou já não adianta fazê-las, anos e anos mais tarde, como formar banda de rock, ratificar um acordo ortográfico ou, no caso da Teresa Guilherme, ser actriz. Kum’aura popular, k’onra se chama! Kê castigo bué e kê justiça Fazes no peito zugundô kê muito t’ama! Kê zabunko, kê muboguko, kê zabakam’ntas, Kê bukulôlô neles experimentas! Até que, por fim, este é o resultado do novo Acordo Ortográfico em Timor Lorosae, onde encontramos uma edição d’ “Os Lusíadas” na nova norma linguística timorense e onde o Canto IV prossegue assim… Tu what niu disasters you determaineeeee Tu take these kingdoms and this piupleeee? What daingers, what dieths you destine thaiiim Underneath some nooble neeeimeeeee? What promises of kingdoms, and of goold maaineeees, You will make them it so easiliiiii? What glory will you promise theeeem? What storiiiiiis? What triumphs, what applausiiis, what victoriiiiis?
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tirem-me deste filme


15 DE NOVEMBRO - ORGANIZAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO

15 DE NOVEMBRO
MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES

No sentido de tornar ainda mais grandiosa a Manifestação de Professores, no 15 dia de Novembro, e de nos podermos organizar melhor, solicitamos aos colegas:

. que enviem para o e-mail manif15nov@gmail.com as informações (escola, estimativa de professores que estarão presentes, etc.) e/ou indiquem a sua disponibilidade para participar na organização;. que copiem os cartazes que disponibilizamos no blogue;
.que dinamizem grupos de professores nas escolas e que localmente se encarreguem de organizar os transportes;. que nos enviem sugestões de organização e de dinamização que possamos disponibilizar aos colegas de outras escolas.NO DIA 15, TODOS A LISBOA!VAMOS SER MESMO MUITOS! DE NORTE A SUL!UMA ESCOLA, UM AUTOCARRO! OU DOIS, OU TRÊS!....Vamos dar o primeiro passo no sentido da efectiva derrota da política educativa do GOVERNO!

15 de Novembro será uma data histórica!
Vem participar dela!
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biblioteca?


Ensinar e qualificar

Quem se propõe ensinar ensina e qualifica; quem se propõe qualificar nem qualifica, nem ensina.
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Sabem para quem é esta foto dedicada? Não? Adivinhem!!!

O POEMA DA 'MENTE'

Há um primeiro-ministro que mente,

Mente de corpo e alma, completa/mente.

E mente de maneira tão pungente

Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,

Mas que mente, sobretudo, impune/mente...

Indecente/mente.

E mente tão nacional/mente,

Que acha que mentindo história afora,

Nos vai enganar eterna/mente.

sem comentários...

Os bárbaros e a tecnologia

Quando eu era adolescente li uma história sobre a segunda grande guerra que me deu que pensar. Parece que os americanos tinham necessidade de construir uma grande quantidade de aeroportos em muitas ilhas do Oceano Pacífico e não tinham mão-de-obra para isso. Muitas dessas ilhas eram habitadas por tribos cujo desenvolvimento estava ao nível do Paleolítico. No entanto conseguiram facilmente, ao fim de poucos dias de treino, operar um bulldozer ou qualquer outra peça de maquinaria usada para construir aeroportos.

Vários anos e muitas leituras mais tarde, percebi que quando um bárbaro se confronta com a civilização, a primeira coisa que aprende dela, e mais facilmente, é a sua tecnologia. Muitas vezes nunca chega a aprender mais nada. Muitas vezes nem sequer chega a imaginar que haja mais nada.

Há trinta anos que o mundo em geral está a ser governado por bárbaros, que da civilização só vêem a tecnologia. Não compreendem que há mais mundo para lá da tecnologia, e que se esse mundo não existisse a tecnologia acabava.

Esta atitude assume muitas formas. Uma delas é o economicismo: a crença que a economia determina tudo na vida dos homens e que a ciência económica explica cabalmente toda a realidade.

Outra é a adoração bacoca da técnica como se fosse um fim em si mesma e não um meio. Quando o Primeiro-Ministro vai às escolas levar computadores, leva a cereja para pôr em cima do bolo. Mas o bolo, onde está? O Primeiro Ministro não sabe. Nem sabe que ele é preciso. Nem sabe que a cereja em cima do bolo precisa de um bolo por baixo.

E temos o caso de Maria de Lurdes Rodrigues a dizer que as escolas servem para as pessoas se qualificarem. Não servem: servem para as pessoas aprenderem. Pela simples razão, que nenhum bárbaro jamais entenderá, que quando o nosso propósito é ensinar estamos a qualificar; mas se o nosso propósito for apenas qualificar, nem qualificamos, nem ensinamos. Ou então damos uma qualificação que se esgota no momento em que o qualificado deixa de ser útil ao qualificador.

E assim voltamos aos construtores paleolíticos de aeroportos: lembremo-nos deles sempre que algum político ou algum yuppie (ou pior ainda, algum político yuppie) nos vier com a treta da qualificação. É que qualificar é fácil, o que é difícil é ensinar.

Quando a guerra acabou e os americanos se foram embora, deixaram atrás de si milhares de pessoas qualificadas para construir aeroportos. Nenhuma delas ganhou fosse o que fosse com isso.
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isto é em Portugal?

A Lisboa dos contentores e outras taras de Sócrates

Toda esta história à volta da ampliação do cais para contentores no Porto de Lisboa é mais que lamentável. É grave, um escândalo, uma coisa que só um governo com a suprema lata do de Sócrates consegue, sem que os otários dos portugueses reparem na marosca de tudo.
Há uma empresa privada, agora com Jorge Coelho a comandá-la, que vai ter a exclusividade de 57 anos para explorar o negócio- atribuído sem concurso- há um crime urbanístico monstruoso que até tinha a suprema lata de propor a demolição da Gare de Alcântara, há um crime ambiental, há um projecto sem viabilidade económica - os portos portugueses estão mais que sub-aproveitados- não há sequer um estudo rigoroso do impacto ambiental- até o caneiro de Alcântara está a ser posto em causa- sem que se meçam as consequências de tudo isto.
É de mais: o governo e a câmara querem requalificar a zona ribeirinha e vão ampliar um cais de contentores que vão fazer uma barreira correspondente a um edifício de quilómetro e meio com 4 andares de altura.
Meus caros: se isto faz sentido, se isto é bom senso, se isto é boa gestão dos parcos dinheiros públicos....vou emigrar.

Sócrates com a leviandade, o descaramento e o ridículo com que diz na Cimeira Ibero-americana que aquela merda do Magalhães é usado por todos os seus assessores ( vê-se, vê-se!!) e que aquela calculadora é um computador todo português, da mesma forma lança obras megalómanas como este putativo cais dos contentores, o TGV e o aeroporto.
Estavam à espera de quê ? Quem projectou aquelas cagadas de casas nos anos oitenta e noventa era natural que parisse obras daquelas que agora nos está a fazer empenhar para sempre.
É um engenheiro, está tudo dito.
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9 segundos que vale a pena ver...

Miguel de Sousa Tavares

Miguel de Sousa Tavares anda por todo o lado a queixar-se amargamente de lhe terem atribuído uma frase que ele nunca escreveu: que os professores são os inúteis mais bem pagos do País. De facto não me recordo de alguma vez ter lido isto, escrito por ele; e estou disposto a acreditar que, de facto, nunca o escreveu.

Mas escreveu outras coisas. Uma delas, publicada no Expresso a 10 de Março de 2008 (dois dias depois da grande manifestação dos professores), está aqui, juntamente com a minha resposta.
Sete meses e meio depois, creio não ser imodesto pensar que os factos deram mais razão à minha resposta do que ao artigo dele. E estou com uma enorme curiosidade de ler o que ele vai escrever sobre as manifestações dos dias 8 e/ou 15 de Novembro.

Pode ser que se mantenha em silêncio - o que será, no caso, um silêncio eloquente. Quanto à calúnia, se calúnia é, deveria o próprio reflectir sobre a razão de ela se ter propagado tão facilmente.
http://legoergosum.blogspot.com

E ninguém vai preso?...



Os contribuintes portugueses vão pagar a gestão danosa de anteriores administrações do BPN. Mas o Governo fez bem em promover a nacionalização deste banco, conhecido pelos seus "activos extravagantes".
Deixar entrar o banco em falência com a actual crise seria abrir uma caixa de Pandora e haveria o risco de assistirmos a uma corrida generalizada aos depósitos em todos os bancos e a uma derrocada em dominó de todo o sistema financeiro.
O BPN não é vítima da crise financeira global. É vítima dos erros de gestão, dos negócios ruinosos deste banco peculiar, construído através de uma rede de empresários de média e grande dimensões do país real e que tinha interesses desde o consórcio do SIRESP a hospitais e aos vinhos das caves da Murganheira.
O império do BPN e da sua casa-mãe, a SLN, foi desenvolvido por Oliveira e Costa, um banqueiro que no final da década de 80 foi secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que teve um poder quase discricionário na máquina do Fisco e que conheceu alguns dos futuros accionistas do banco com os célebres perdões fiscais.
O BPN e a SLN também contribuíram para a fortuna de Dias Loureiro, uma vez que o grupo comprou uma empresa da qual o ex-ministro foi administrador.
O conselheiro de Estado chegou a ser vice-presidente do BPN.
Feita a intervenção no banco, é também importante apurar responsabilidades criminais.
E ninguém vai preso?
A culpa costuma morrer solteira em Portugal, quando há ricos e poderosos envolvidos. Cabe ao PGR e aos tribunais contrariarem essa tradição.
Os cidadãos e os contribuintes merecem.
Editorial do CM
http://alvarohfernandes.blogspot.com/

Boss AC, rapper de profissão, encontra-se em vários manuais de Filosofia

"Depois das pequeníssimas polémicas em volta dos manuais de História, um caldo curioso de "politicamente correcto", estalinismo subtil e franco anti-semitismo, e dos testes de Matemática cujo grau de dificuldade se destina ao orangotango médio, recomendaram-me o texto assinado por um Boss AC, rapper de profissão, em diversos manuais de Filosofia do 10.º ano. Veja-se um exemplo, proposto à "interpretação" dos petizes: "Dizem que o mundo vai acabar, mas não acabou, vai-se acabando/O Homem vai-se matando fazendo a paz de vez em quando/Ninguém se respeita, a ganância corrompe os povos (...)".
O que é que este distúrbio intestinal tem a ver com a disciplina de Sócrates? Nada, excepto se falamos do José. De facto, o texto de Boss AC poderia integrar os currículos de Biologia, Português ou Físico-Química sem diferenças palpáveis de resultados ou de pertinência. Aliás, até é provável que já integre e eu não tenha reparado. No estado em que o Estado deixou o ensino público, a encantadora "interdisciplinaridade" segue em roda livre.
É por isso que não compreendo a reacção quase geral à proposta do Conselho Nacional de Educação (CNE), o qual, a fim de poupar traumas às criancinhas e rankings antipáticos ao Governo, sugeriu abolir as reprovações até aos 12 anos. Vozes normalmente sensatas subiram de tom em protesto contra uma hipótese que, no entender das vozes, aumentaria o "facilitismo".
A sério? Com a devida licença, acho que é impossível aumentar o que atingiu o limite máximo. As alucinações que vêm afectando o Ministério da Educação já eliminaram os últimos vestígios de exigência da escola, entretanto transformada em parque de estacionamento de "alunos" e fonte de depressão dos docentes que ainda se interessam. No contexto, a reprovação dos meninos serve para quê? Para que eles passem dois anos a não aprender o que conseguem perfeitamente não aprender em um?
Enquanto contribuinte, estou com o CNE. Só não percebo a restrição dos 12 anos. A menos que, embalado pelo "facilitismo", um adolescente de quinze seja incapaz de "interpretar" Boss AC à primeira".
Alberto Gonçalves
DN
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de quem é este guarda chuva


ORGANIZAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO DE 15 DE NOVEMBRO

15 DE NOVEMBRO - ORGANIZAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES

Os professores estão UNIDOS e em LIBERDADE a sua voz e as suas reivindicações!

No sentido de tornar ainda mais grandiosa essa manifestação e de nos podermos organizar melhor, solicitamos aos colegas:
. que enviem para o e-mail manif15nov@gmail.com as informações (escola, estimativa de professores que estarão presentes, etc.) e/ou indiquem a sua disponibilidade para participar na organização;

. que copiem os cartazes que disponibilizamos no blogue;

. que dinamizem grupos de professores nas escolas e que localmente se encarreguem de organizar os transportes;

. que nos enviem sugestões de organização e de dinamização que possamos disponibilizar aos colegas de outras escolas.

NO DIA 15, TODOS A LISBOA!

VAMOS SER MESMO MUITOS! DE NORTE A SUL!

UMA ESCOLA, UM AUTOCARRO! OU DOIS, OU TRÊS!....

Vamos dar o primeiro passo no sentido da derrota da política educativa do GOVERNO!
Só assim, de uma forma LIVRE e SEM AMARRAS, teremos VOZ para exprimir o que nos vai na ALMA!
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/