Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever! I write the verse and I find the rhyme I listen to the rhythm but the heartbeat`s mine. Por trás de uma grande fortuna está um grande crime-Honoré de Balzac. Este blog é a continuação de www.franciscotrindade.com que foi criado em 11/2000.35000 posts em 10 anos. Contacto: franciscotrindade4@gmail.com ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS
sábado, novembro 09, 2013
Na crónica de hoje "Os dois países" de Miguel Sousa Tavares...
Na crónica de hoje "Os dois países" de Miguel Sousa Tavares do jornal Expresso diz-se a dado passo quando o autor começa no seu devaneio habitual a falar dos professores:
"e a tropa de choque da CGTP, sempre disponíveis para as greves e para a luta pela manutenção de alguns privilégios impensáveis no sector privado; os professores a mando da Fenprof, que já ninguém se incomoda sequer em saber o que os incomoda, porque tudo os incomoda; "
Sou professor há quase três décadas e ainda não descobri quais são os privilégios impensáveis no sector privado que usufruo...É que por mais esforço que faça não consigo descobrir o que é que isso significa muito precisamente...O jornalista Miguel Sousa Tavares trabalha muito menos do que eu, ganha mensalmente várias vezes o que eu ganho e diz que eu é que tenho privilégios que são impensáveis no sector privado??!!!
Já me prometi a mim mesmo: Se alguma vez me cruzar com esse senhor (a minha vontade era dizer "filho da puta", não o digo, porque a poetisa sua mãe não tem responsabilidade nenhuma pelas merdas que ele vomita no jornal) vou pedir satisfações sobre os privilégios que ele diz eu possuir e que eu nunca beneficiei.
Fica aqui feita a puta desta promessa e quando esse encontro acontecer os leitores do Anovis saberão dos desenvolvimentos desta história.
P.S. Já não basta ser roubado constantemente pela classe política dominante como ainda se tem que ouvir "fazedores de opiniões com o rei na barriga"dizerem falsidades não comprovadas.
Já alguém lhe perguntou se o seu salário diminuiu nestes três últimos anos??!!!
"e a tropa de choque da CGTP, sempre disponíveis para as greves e para a luta pela manutenção de alguns privilégios impensáveis no sector privado; os professores a mando da Fenprof, que já ninguém se incomoda sequer em saber o que os incomoda, porque tudo os incomoda; "
Sou professor há quase três décadas e ainda não descobri quais são os privilégios impensáveis no sector privado que usufruo...É que por mais esforço que faça não consigo descobrir o que é que isso significa muito precisamente...O jornalista Miguel Sousa Tavares trabalha muito menos do que eu, ganha mensalmente várias vezes o que eu ganho e diz que eu é que tenho privilégios que são impensáveis no sector privado??!!!
Já me prometi a mim mesmo: Se alguma vez me cruzar com esse senhor (a minha vontade era dizer "filho da puta", não o digo, porque a poetisa sua mãe não tem responsabilidade nenhuma pelas merdas que ele vomita no jornal) vou pedir satisfações sobre os privilégios que ele diz eu possuir e que eu nunca beneficiei.
Fica aqui feita a puta desta promessa e quando esse encontro acontecer os leitores do Anovis saberão dos desenvolvimentos desta história.
P.S. Já não basta ser roubado constantemente pela classe política dominante como ainda se tem que ouvir "fazedores de opiniões com o rei na barriga"dizerem falsidades não comprovadas.
Já alguém lhe perguntou se o seu salário diminuiu nestes três últimos anos??!!!
sexta-feira, novembro 08, 2013
Muitos rapazes são cruéis, mas estes são definitivamente o oposto!
Vejam o que estes rapazes fizeram pelo seu colega deficiente...
Um manifesto pela verdade
por Edward Snowden
Num espaço de tempo muito breve o mundo aprendeu muito acerca de agências secretas irresponsáveis e acerca de programas de vigilância muitas vezes ilegais. Algumas dessas agências tentam, deliberadamente, ocultar a sua vigilância até mesmo de altos responsáveis e do público. Apesar de a NSA e o GCHQ [1]parecerem ser os piores transgressores – é isto que sugerem os documentos actualmente disponíveis – não devemos esquecer que a vigilância em massa é um problema global que precisa de soluções globais.
Tais programas não são uma ameaça apenas à privacidade, eles também ameaçam a liberdade de discurso e as sociedades abertas. A existência de tecnologia de espionagem não deveria determinar a política. Temos um dever moral de assegurar que nossas leis e valores limitem programas de monitoragem e protejam direitos humanos.
A sociedade só pode entender e controlar estes problemas através de um debate aberto, respeitoso e informado. A princípio, alguns governos, sentindo-se embaraçados pelas revelações de vigilância em massa, iniciaram uma campanha de perseguição sem precedentes para suprimir este debate. Eles intimidaram jornalistas e criminalizaram a publicação da verdade. Nesta altura, o público ainda não era capaz de avaliar os benefícios das revelações. Eles confiavam nos seus governos para decidir correctamente.
Hoje sabemos que isto foi um erro e que tal acção não serve o interesse público. O debate que quiseram impedir agora está a acontecer em países de todo o mundo. E ao invés de fazer dano, os benefícios societais deste novo conhecimento público agora são claros, uma vez que já são propostas reformas na forma de maior supervisão e nova legislação.
Os cidadãos têm de combater a supressão de informação sobre assuntos de importância pública vital. Contar a verdade não é um crime.
[1] NSA: National Security Agency dos EUA; GCHQ: Government Communications Headquarters do Reino Unido.
Num espaço de tempo muito breve o mundo aprendeu muito acerca de agências secretas irresponsáveis e acerca de programas de vigilância muitas vezes ilegais. Algumas dessas agências tentam, deliberadamente, ocultar a sua vigilância até mesmo de altos responsáveis e do público. Apesar de a NSA e o GCHQ [1]parecerem ser os piores transgressores – é isto que sugerem os documentos actualmente disponíveis – não devemos esquecer que a vigilância em massa é um problema global que precisa de soluções globais.
Tais programas não são uma ameaça apenas à privacidade, eles também ameaçam a liberdade de discurso e as sociedades abertas. A existência de tecnologia de espionagem não deveria determinar a política. Temos um dever moral de assegurar que nossas leis e valores limitem programas de monitoragem e protejam direitos humanos.
A sociedade só pode entender e controlar estes problemas através de um debate aberto, respeitoso e informado. A princípio, alguns governos, sentindo-se embaraçados pelas revelações de vigilância em massa, iniciaram uma campanha de perseguição sem precedentes para suprimir este debate. Eles intimidaram jornalistas e criminalizaram a publicação da verdade. Nesta altura, o público ainda não era capaz de avaliar os benefícios das revelações. Eles confiavam nos seus governos para decidir correctamente.
Hoje sabemos que isto foi um erro e que tal acção não serve o interesse público. O debate que quiseram impedir agora está a acontecer em países de todo o mundo. E ao invés de fazer dano, os benefícios societais deste novo conhecimento público agora são claros, uma vez que já são propostas reformas na forma de maior supervisão e nova legislação.
Os cidadãos têm de combater a supressão de informação sobre assuntos de importância pública vital. Contar a verdade não é um crime.
[1] NSA: National Security Agency dos EUA; GCHQ: Government Communications Headquarters do Reino Unido.
quinta-feira, novembro 07, 2013
O Natal é quando quem tem poder quiser
O presidente da Venezuela decidiu antecipar o Natal para 1 de Novembro. A notícia foi dada nos nossos jornais e televisões (por exemplo, aqui) como se de algo insólito se tratasse. Esqueceram-se os jornalistas de olhar à sua volta, pois se o tivessem feito perceberiam que nesse dia estava o Natal já instalado entre nós.
Sinceramente, não percebo tanta admiração face à decisão de Nicolas Maduro. A 30 de Outubro recebi na minha caixa de correio oficial a primeira publicidade de produtos associados ao Natal, no dia seguinte a publicidade era alusiva à passagem de ano; no dia 1 de Novembro passei por um centro comercial enfeitado à "maneira do Natal".
As grandes empresas podem antecipar o Natal em quase dois meses e um presidente não pode!?
É evidente que acho estranhíssimo que um presidente, um governo, um ministro... ponha e disponha das datas festivas, religiosas ou outras, mas acho igualmente estranhíssimo que as grandes empresas o façam. E ainda acho mais estranho que só achemos estranha a decisão do tal presidente.
Sinceramente, não percebo tanta admiração face à decisão de Nicolas Maduro. A 30 de Outubro recebi na minha caixa de correio oficial a primeira publicidade de produtos associados ao Natal, no dia seguinte a publicidade era alusiva à passagem de ano; no dia 1 de Novembro passei por um centro comercial enfeitado à "maneira do Natal".
As grandes empresas podem antecipar o Natal em quase dois meses e um presidente não pode!?
É evidente que acho estranhíssimo que um presidente, um governo, um ministro... ponha e disponha das datas festivas, religiosas ou outras, mas acho igualmente estranhíssimo que as grandes empresas o façam. E ainda acho mais estranho que só achemos estranha a decisão do tal presidente.
quarta-feira, novembro 06, 2013
Traços da guerra diplomática Lisboa-Luanda
A burguesia que governa Angola é, em essência, igual à portuguesa: exploradora e corrupta. Com a diferença de ter menos tempo de prática.
Acontece, porém, que a burguesia angolana se libertou da tutela colonial da burguesia portuguesa e agora está por cima à custa do petróleo, dos diamantes, dos imensos recursos do país e do crescimento económico impetuoso dos últimos anos — conseguido, aliás, com o fim de uma longa guerra civil grandemente promovida pela burguesia portuguesa. Em contrapartida, a burguesia portuguesa está por baixo. Penhorada ao capital europeu e com os negócios nacionais estagnados, precisa de investir em Angola, precisa dos investimentos angolanos em Portugal, precisa que os novos-ricos angolanos venham fazer compras de luxo a Lisboa. É esta a moldura dos negócios entre Portugal e Angola.
Todo o texto aqui
Acontece, porém, que a burguesia angolana se libertou da tutela colonial da burguesia portuguesa e agora está por cima à custa do petróleo, dos diamantes, dos imensos recursos do país e do crescimento económico impetuoso dos últimos anos — conseguido, aliás, com o fim de uma longa guerra civil grandemente promovida pela burguesia portuguesa. Em contrapartida, a burguesia portuguesa está por baixo. Penhorada ao capital europeu e com os negócios nacionais estagnados, precisa de investir em Angola, precisa dos investimentos angolanos em Portugal, precisa que os novos-ricos angolanos venham fazer compras de luxo a Lisboa. É esta a moldura dos negócios entre Portugal e Angola.
Todo o texto aqui
terça-feira, novembro 05, 2013
E o Anovis estava lá!...
This German street musician had the big surprise of meeting Jimmy Somerville while he was actually singing his song 'Smalltown Boy'.
For those having no clues, Jimmy Somerville is a famous pop singer from the 80s, lead singer of the British band Bronksi Beat.
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