sexta-feira, novembro 22, 2013

Nº1 no Top dos livros mais vendidos em todo o mundo.

Enviado pela leitora G.C.

Já perceberam porque é que se chamam livros de mistério?


Quando é que vem o meu jantar?


Os falhanços da guarda, dos guardas, dos militares e outros fardados...

A esta manifestante não responde ele à cacetada...não!


Vais bater-me certo?


Claro! Tenho que justificar o meu vencimento!

VENDE-SE


Enviado pela leitora F.S.

O trilho do tornado...


Polícias invadem escadaria do Parlamento

Tumultos na manifestação das forças de segurança provoca pelo menos um ferido e obriga ao reforço do Corpo de Intervenção

Os polícias que nesta quinta feira, se manifestam em Lisboa, derrubaram as barreiras de segurança e invadiram a escadaria da Assembleia da República. Os profissionais permaneceram junto à entrada do Parlamento, onde uma barreira policial os impediu de entrar no edifício, e depois regressaram. 

Os manifestantes gritaram «invasão» e cantaram o hino nacional numa altura em que os deputados ainda discutiam no Parlamento o Orçamento do Estado para o próximo ano. Ao som de palmas pediram a demissão do Governo, depois de a barreira de segurança ter sido derrubada cerca das 21:00 e haver um reforço do Corpo de Intervenção. 

O ambiente esteve muito tenso, com os manifestantes sempre a tentarem subir a escadaria da Assembleia da República, desde que chegaram ao Parlamento, perto das 20:00. Um grupo de polícias que participava na manifestação acabou por fazer também uma barreira, para que os restantes manifestantes não subissem as escadas da Assembleia. 

Na altura, a Lusa verificou que havia, pelo menos, um ferido no local. Também a repórter da verificou que vários manifestantes «se sentiram mal», que ficaram prostrados no chão e tiveram de ser retirados do meio dos tumultos.

A manifestação reuniu todos os profissionais das forças de segurança. Os organizadores consideram que é a maior de sempre e falam em oito mil polícias em protesto.

A organização da manifestação desta quinta-feira dos profissionais de segurança afirmou que a invasão da escadaria da Assembleia da República foi uma «ação simbólica» e «um estado de revolva» contra a governação do país, sublinhou o sindicalista Paulo Rodrigues.

Estado gasta mais dois mil milhões em compras

As despesas do Estado com compra de bens e serviços aumentaram de 2011 para 2012 mais de dois mil milhões de euros, revela o professor do Técnico, Valadares Tavares

As despesas do Estado com compra de bens e serviços aumentaram de 2011 para 2012 mais de dois mil milhões de euros, segundo as contas de Valadares Tavares. O professor do Técnico e antigo presidente do Instituto Nacional da Administração diz que há aqui uma margem para cortar sem ir aos salários e pensões.

Os dados são da Direção-Geral do Orçamento e foram apresentados por Luís Valadares Tavares no programa Olhos nos Olhos na TVI24. 

«Quando se soma tudo aquilo que é comprado, bens, serviços, contratos, rendas, etc¿ Dá uma verba que é praticamente igual à de pessoal», diz, questionando: «Como é que no ano de todos os sacrifícios, cortes de pensões, prestações sociais, etc¿, tivemos aqui esse aumento [dois mil milhões] tão grande». 

O professor do Instituto Superior Técnico e antigo deixa uma pergunta: «Perguntamos aos portugueses, olhos nos olhos, quem é que não consegue poupar pelo menos 10% nas compras que faz? Todos nós neste período poupámos mais de 10% nas compras que fazemos. Como é que o Estado, em vez de poupar, aumentou?». 

«Aqui, temos uma boa notícia. A boa notícia é que temos uma componente muito grande de despesa pública que tem folga», defendeu. 

Valadares Tavares defende uma maior transparência na aquisição de serviços. E Medina Carreira vai mais longe defendendo que o ministério das Finanças devia controlar despesas mesmo de baixo valor.

«Obrigaria que tudo o que fosse acima de 25 euros a ir lá ao sítio. A obrigatoriedade de ir a esse regime de controlo central era a dissuasão do gasto», defendeu. 

Tanto Medina Carreira como Valadares Tavares defendem que há margem para cortar na compra de bens e serviços e que isso poderia aliviar um pouco os cortes em salários e pensões, mesmo que digam que isso também é preciso.

quarta-feira, novembro 20, 2013

Lá como cá...é igual!


Atenção: O que vamos ver é uma galinha sentada na cabeça dum gato!

Onde é que se meteu o raio do gato?


O Zé Povinho está farto desta merda


As pessoas simples do povo são aquelas que estão a ser sacrificadas, martirizadas e massacradas todos os dias por estas políticas. Apesar da responsabilidade dos tempos que vivemos ser coletiva, há gente que é mais responsável, nomeadamente os governantes e dirigentes de topo, mas quem paga sempre por tudo é o Zé Povinho. 
Se ele, por ventura, tivesse voz certamente falaria dos responsáveis. Falaria dos privilégios, das falcatruas, dos favores, da corrução. 
A verdade é que ao povo ninguém ouve. 
E o povo está farto de ser mal governado. E sempre em favor dos mesmos do costume!

António Morais

Todos juntos para a foto!


Doses maciças de austeridade podem provocar distúrbios semelhantes...