Como é hábito, a Time elegeu aquilo que designa por “Personalidade do Ano” – com direito a fotografia na capa da revista, como mandam as regras.
Expressão maior da “liberdade de informação” no mundo, a Time é, por isso mesmo, danada para a brincadeira democrática. Assim, com vista a eleger a “Personalidade do Ano”, a revista pediu aos seus leitores para que se pronunciassem. Democraticamente. Votando.
E a capa da Time foi Mark Zuckerbery, o criador do Facebook.
Os jornais portugueses deram a notícia, aproveitando para fornecer aos leitores alguns dados biográficos de Zuckerbery, sublinhando devidamente o facto de ele ter arrecadado, com o seu Facebook, uns quantos milhares de milhões de dólares, que o transformaram no não sei quantos mais rico dos EUA.
A escolha não surpreende: uma pessoa que, de um momento para o outro, ascende ao ranking dos homens mais ricos, está por direito próprio nas capas todas de todas as Time do planeta.
Expressão maior da “liberdade de informação” no mundo, a Time é, por isso mesmo, danada para a brincadeira democrática. Assim, com vista a eleger a “Personalidade do Ano”, a revista pediu aos seus leitores para que se pronunciassem. Democraticamente. Votando.
E a capa da Time foi Mark Zuckerbery, o criador do Facebook.
Os jornais portugueses deram a notícia, aproveitando para fornecer aos leitores alguns dados biográficos de Zuckerbery, sublinhando devidamente o facto de ele ter arrecadado, com o seu Facebook, uns quantos milhares de milhões de dólares, que o transformaram no não sei quantos mais rico dos EUA.
A escolha não surpreende: uma pessoa que, de um momento para o outro, ascende ao ranking dos homens mais ricos, está por direito próprio nas capas todas de todas as Time do planeta.
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