Não faz muito sentido ir ao cinema (ou alugar um DVD) para assistir aos mais recentes filmes de ficção de Stone e logo perceber que ele não parece ter avançado no entendimento da função ideológica do cinema estadunidense no marco da crise nacional e internacional da globalização capitalista; ao contrário, parece que está a regredir com o decorrer dos anos.
Custa acreditar que Stone (que é considerado um cineasta da esquerda política), continue a tratar de representar a história social do império norte-americano (ou do império grego) em crise, através da forma melodrama e das características psicológicas do sujeito individual (presidente ou imperador), quando sabemos que esta fórmula ficcional foi produzida por uma visão de mundo decorrente da mitologia e da doutrina do individualismo liberal.
Custa acreditar que Stone (que é considerado um cineasta da esquerda política), continue a tratar de representar a história social do império norte-americano (ou do império grego) em crise, através da forma melodrama e das características psicológicas do sujeito individual (presidente ou imperador), quando sabemos que esta fórmula ficcional foi produzida por uma visão de mundo decorrente da mitologia e da doutrina do individualismo liberal.
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