O Diário de Notícias de domingo passado traz uma reportagem de duas páginas sobre a violência escolar. No essencial, o DN dá voz a uma psicóloga que se limita a dizer que o problema não são as agressões aos professores. O problema é falar das agressões, divulgar as agressões. Esta retórica, vazia de conteúdo e inoperante, vem na linha dos discursos que atribuem aos professores todas as culpas da sociedade e da escola. O mesmo jornal, a propósito de um encontro pedagógico, promovido pela Texto Editora, traz declarações de Luísa Alonso que são um autêntico tesourinho. Diz a professora e investigadora da Universidade do Minho: "todas as reformas da educação provocam resistências nos professores". Para a investigadora da UM, o problema não está nas políticas erradas e nas reformas atabalhoadas, feitas à pressa e que têm como único objectivo aumentar a burocracia escolar. Não! Para o eduquês, o problema está nos professores. E vai daí, deitam cá para fora os labéus do costume: os professores são conservadores, avessos à mudança e outros disparates do género. Haja Deus! É pena porque Luísa Alonso até tem uma obra que vale a pena ler.
http://ramiromarques.blogspot.com/2008/04/
mais-um-tesourinho-do-eduqus-para-ela-o.html
Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever! I write the verse and I find the rhyme I listen to the rhythm but the heartbeat`s mine. Por trás de uma grande fortuna está um grande crime-Honoré de Balzac. Este blog é a continuação de www.franciscotrindade.com que foi criado em 11/2000.35000 posts em 10 anos. Contacto: franciscotrindade4@gmail.com ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS
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