sexta-feira, agosto 15, 2008

Aprendeu bem e depressa


“Eu só quero que ele retire as passagens que sabe não serem verdadeiras”. Quem o diz é Salman Rushdie, que pretende processar um dos agentes especiais que assegurou a sua segurança, esperando que o tribunal impeça a publicação de On Her Majesty's Service. Um dos símbolos mundiais da liberdade de expressão, diz que o livro deste polícia o apresenta como um “homem mau", razão suficiente para pretender censurar a sua publicação. Tantos anos passados, e Rushdie parece-se cada vez mais com os ayatolas. A verdade é só uma e cabe aos eleitos defendê-la. Salman Rushdie aprendeu com os mestres.
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