Antes de entrar num avião, tiro sempre as medidas aos árabes com mochilas às costas. Vejo se transpiram e se protegem a bagagem como se nela levassem um engenho explosivo.
Agora, quando vou a uma bomba de gasolina, não estou menos circunspecto. Há poucos minutos, a caminho de umas sombrias onze da noite, ali na BP, pensei «entra aqui um gajo para roubar todos estes exemplares do Paulo Coelho e estou feito...».
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