Só agora posso tecer uns breves comentários sobre o "Prós e Contras".
Em linguagem simples, uma expressão é suficiente: "Não gostei!". O programa, "excepcionalmente" mais curto do que é habitual, foi mais uns "Prós" do que uns "Contra".
Além das "carraças" habituais pró ministério e políticas de educação, a quem já foi dada a palavra por diversas vezes e em várias ocasiões, tornou-se para mim clara a armadilha, por forma a continuar a deixar transparecer para a opinião pública a ideia de que os professores não querem ser avaliados, qualquer que seja a avaliação.
A parte positiva foi verificar a fragilidade do Sr. Secretário de Estado, Jorge Pedreira, apesar da sua aparente firmeza.
Tendo em conta os pressupostos anteriores, não fiquei desiludido por não me ter sido dada a palavra, apesar de me terem convidado para tal. O argumento de que o tempo se tornou escasso parece ter sido mais forte. Mas uns segundinhos teria sido, no mínimo, o que a deferência exigiria. Enfim... serviço público!
De entre alumas coisas que gostaria de dizer, terminaria com um dois-em-um ao Sr. Secretário de Estado:
"Sendo a Educação o motor do desenvolvimento de uma sociedade e estando Portugal na cauda da Europa, por que razão nenhum país europeu pôs em prática, quer no passado, quer no presente, o modelo de avaliação que o ME quer impor? Será para que continuemos cada vez menos desenvovidos e ignorantes no seio dos países desenvolvidos?"
Não sei se algum dia haverá resposta pública. Os professores sabem-na bem. A população talvez não, intoxicada diariamente com a "mentira" da avaliação.
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
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