A imoralidade procura dividir a escola. Dividir os professores. Dividir aqueles que, no dia a dia, lutam para que o ensino da escola pública seja de qualidade. Para que sirva os interesses de toda uma Comunidade, cujos valores de cidadania devem partir, também, da escola.
A Imoralidade é perversa. Como definir, de outro modo, a divisão estabelecida pelo Governo entre professores socialistas e os outros professores? Como não temer, já aqui, a partidarização da escola pública?
Militantes do Partido Socialista, cuja profissão é a docência, foram chamados à sede nacional. Para ouvirem e depois virem espalhar a boa-nova!
Como se as lutas que os professores travam fossem entre partidos. Como se os professores, independentemente da sua filiação partidária, não sentissem na pele a arrogância militante deste Ministério da Educação e deste Primeiro-Ministro?
Usar os professores que são socialistas, muitos dos quais estiveram nas grandes manifestações nacionais, como factor de divisão é um acto imoral. Cobarde. De quem não tem escrúpulos em usar a política partidária para dividir a escola.
Postado por Educar resistindo - Fernando José Rodrigues
http://educarresistindo.blogspot.com/
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