Quando se pensa no que é actualmente o ensino concreto, numa escola secundária, e no que poderia ser segundo essa ética da esperança – quase se é levado pelas ondas da depressão e do desespero. Lembrando os 120 mil manifestantes e a extraordinária vocação que anima tantos docentes, vocação de dar a outros vida e esperança precisamente, nasce novamente o desejo de acabar com o desperdício de talentos, com a mesquinhez deste modelo economicista, com a estreiteza dos pequenos egos que nos governam.»
José Gil, Visão (27/11/08)
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