Se, por um lado, houve cidadãos que decidiram não votar, e foram a grande maioria (64%), houve outros que decidiram votar duas vezes.
A televisão mostrou ontem um deles, um tal Vitor Manuel Teixeira da Costa Santos que, na sua ingenuidade, não sabia que estava a cometer um crime.
Orgulhoso da sua esperteza saloia, disse como fez: primeiro, usando o seu velho cartão de eleitor, foi votar na freguesia de onde é natural; depois, com o seu novo cartão único, votou na freguesia onde actualmente reside.
Muito contentinho, acrescentou: “E votei as duas vezes no mesmo partido!”. Depois, sorriu para a câmara, exibindo alguns dentes estragados, montou na Famel e partiu, à desfilada, em direcção à sua freguesia natal, a Golpilheira.
País de opereta este: o autor do golpe, é natural de Golpilheira…
PS – se existe uma freguesia chamada Golpilheira, será que também haverá uma Falcatrueira e outra, Roubalheira?
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