Um dos chavões que mais se têm repetido ultimamente para branquear a inimputabilidade de Vítor Constâncio e a actuação do Banco de Portugal de quaisquer responsabilidades na formação dos buracos financeiros de BPN e BPP, os 3 mil milhões de euros que todos pagámos, é o de que a delinquência banqueira é uma questão que passa pela Justiça e não pela supervisão. Tudo porque, neste país, aparentemente, ninguém percebe nada de supervisão.
Hoje, Nascimento Rodrigues queixa-se que a supervisão trabalhou para que a delinquência banqueira também não passasse pela Justiça. Neste país, aparentemente, também já não há ninguém que perceba alguuma coisita de Justiça. Nem o Provedor?
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