Às Segundas-feiras, Ana Jorge. Às Terças, Ana Jorge. Às Quartas, a mesma. Às Quintas, ela. Às sextas, a própria. Aos Sábados, a de sempre. E aos Domingos, a dos dias anteriores. Estava mesmo a ver que Ana Jorge hoje não aparecia a fazer a sua prova de vida. Enganei-me. Apareceu. Vive! E que dia é amanhã? Dia de Ana Jorge, como todos os últimos... já lhes perdi a conta.
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Comentário: Estive três dias fora do país na cidade luz e lá ninguém fala dessa trampa que foi primeiramente gripe mexicana, passou a gripe suína, depois a gripe A e agora com um toque mais técnico H1N1.
Estive várias horas divididas por dois dias no aeroporto de Orly e lá não há comunicados, folhetos, declarações o que quer que seja sobre tal sinistro personagem...
Tirem as vossas conclusões...
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