Apelo de uma feminista e professora universitária israelita
Rachel Giora, destacada feminista israelita e professora de Linguística na Universidade de Telavive, apela ao boicote contra Israel numa carta, divulgada em final de Maio pelo colectivo “Jewish Peace News”, em que apoia os esforços desenvolvidos pelo Comité Britânico para as Universidades da Palestina. Na sua mensagem, refere alguns dos êxitos do movimento de boicote até à data e explica porque se justifica um boicote académico. Publicamos um resumo das principais passagens.
O movimento de boicote a Israel ganha força. Os exemplos abundam: os trabalhadores portuários na África do Sul recusaram a atracagem de um navio com mercadorias israelitas; membros da União Marítima da Austrália, da Austrália Ocidental, apelaram a um boicote de todos os navios israelitas e de todos os navios que transportem mercadorias com origem ou destino em Israel; uma empresa turca recusou negócios com israelitas “com sangue nas mãos”; jovens em França limparam as prateleiras de uma loja que expunham bens israelitas.
O boicote começa a morder. As mercadorias israelitas estão a perder mercados estrangeiros: 21% dos exportadores israelitas dizem que estão a enfrentar problemas na venda de bens por causa de um boicote anti-israelita, principalmente da parte do Reino Unido e dos países escandinavos.
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