
Belmiro de Azevedo afirmou sobre o PEC que não favorece o crescimento do país; “São precisas medidas que favoreçam o consumo”.
Em relação ao escalão de 45% no IRC para quem ganha mais de 150 mil euros por ano; “Tira poder de investimento às empresas e poder de consumo aos cidadãos”.
Consumo para quem está desempregado ou ganha ordenados de miséria em trabalhos precários e o problema do consumo de quem ganha mais de 150 mil euros por ano. Para ele é tudo a mesma coisa.
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