Enquanto o Governo segue à risca a assessoria prestada a preço desconhecido por mais uma das suas empresas conselheiras, retardando ao máximo a divulgação pública do seu Programa de Estabilidade e Crescimento, cuja discussão, já se viu, não quer que se processe nas melhores condições, este ensejo é coadjuvado com a tentativa de lançamento mediático de um daqueles temas fracturantes que, embora baseado num caso com quase um ano, (sempre) aparece no momento exacto para fazer divergir as atenções do essencial para o asseçório. Distrair não é difícil. Que o digam todos os leitores que, ao esbarrarem na aberração ortográfica anterior, se perderam de tudo o que leram antes do meu “asseçório” de diversão.
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