Apesar dos escândalos se repetirem, ainda não vi nenhum daqueles senhores e senhoras que, por mero preconceito, se opõem à adopção de crianças por casais homossexuais a utilizarem o mesmo zelo, desta feita fundamentado em factos e não em presunções, para exigirem proibição semelhante relativamente à guarda das mesmas por instituições pertencentes à Igreja Católica. Não é que o defenda. Não. Se o fizesse, tornar-me-ia igual a eles e sou incapaz de medir a idoneidade de alguém com base nas suas profissão, orientações sexual ou religiosa. Observo apenas que seria coerente que o fizessem. Se não fosse pecado, uma procissão-manif de protesto a exigir um referendozito seria o mínimo exigível.
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