Nas tradições éticas do povo português a mentira é considerada um dos cúmulos da depravação moral. Sobretudo quando o mentiroso não é apenas um fingidor mas mente criminosamente, extraindo lucros das suas mentiras à custa dos danos causados a terceiros ou às instituições. E ainda pior será quando o mentiroso ocupa cargos de responsabilidade e sobe na vida à custa da corrupção. O povo tem-lhe horror.
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