Lars Vilks, o cartonista que desenhou maomé como um cão estava a dar uma palestra na Universidade de Uppsala quando foi atacado por um grupo de muçulmanos.
O vídeo mostra o que se passou.
Vilks não ficou seriamente magoado com o ataque, e destaca-se a pronta reacção da polícia.
Esta é o “balanço de liberdades” que estes fanáticos querem: a liberdade de poder atacar com quem não se concorda, mas a falta de liberdade de alguém se exprimir dentro dos direitos que tem.
Protestar contra um cartoon é uma coisa, outra bem pior é ameaçar de morte alguém que o fez.
Mas é isso que a al-Qeada promove. Um dos ramos desta organização oferece 100.000 USD a alguém que assassine Vilks e 50.000 USD a quem assassinar o seu editor Ulf Johansson.
Sá há uma maneira de lidar com esta escória.
O vídeo mostra o que se passou.
Vilks não ficou seriamente magoado com o ataque, e destaca-se a pronta reacção da polícia.
Esta é o “balanço de liberdades” que estes fanáticos querem: a liberdade de poder atacar com quem não se concorda, mas a falta de liberdade de alguém se exprimir dentro dos direitos que tem.
Protestar contra um cartoon é uma coisa, outra bem pior é ameaçar de morte alguém que o fez.
Mas é isso que a al-Qeada promove. Um dos ramos desta organização oferece 100.000 USD a alguém que assassine Vilks e 50.000 USD a quem assassinar o seu editor Ulf Johansson.
Sá há uma maneira de lidar com esta escória.
Acham que “alá é grande”? Ele que se faça mostrar também.
Até lá, vocês são um grupo de psicopatas que acham que podem fazer tudo o que querem porque têm “deus” ao vosso lado.
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