No alto mar, fora das águas territoriais, o navio foi parado pela marinha. Os comandos tomaram-no de assalto. Centenas de pessoas no convés resistiram, os soldados usaram a força. Alguns dos passageiros foram mortos, muitos feridos. O navio foi levado para o porto, os passageiros foram removidos à força. O mundo viu-os a caminhar no cais, homens e mulheres, jovens e velhos, todos eles esgotados, um após o outro, cada uma deles a ser encaminhado entre dois soldados…
O navio chamava-se “Exodus 1947”. Deixou a França na esperança de romper o bloqueio britânico, que foi imposto para impedir navios carregados com sobreviventes do Holocausto de alcançar as costas da Palestina. Se lhe tivesse sido permitido chegar ao país, os imigrantes ilegais teriam vindo a terra e os britânicos tê-los-iam enviado para campos de detenção no Chipre, como tinham feito antes. Ninguém teria tomado conhecimento do episódio durante mais de dois dias.
O navio chamava-se “Exodus 1947”. Deixou a França na esperança de romper o bloqueio britânico, que foi imposto para impedir navios carregados com sobreviventes do Holocausto de alcançar as costas da Palestina. Se lhe tivesse sido permitido chegar ao país, os imigrantes ilegais teriam vindo a terra e os britânicos tê-los-iam enviado para campos de detenção no Chipre, como tinham feito antes. Ninguém teria tomado conhecimento do episódio durante mais de dois dias.
Sem comentários:
Enviar um comentário