Boicote, Desinvestimento, Sanções
Palestina Ocupada, 08/Junho/2010 – Perante o massacre perpetrado por Israel contra trabalhadores e activistas de ajuda humanitária a bordo da Flotilha da Liberdade a 31 de Maio de 2010 e a sua insistência em continuar o cerco ilegal de Gaza, tornou-se inegavelmente urgente pressionar Israel para que cumpra com as suas obrigações ao abrigo da lei internacional. Embriagado pelo poder e pela impunidade, Israel tem ignorado os recentes apelos do secretário-geral da ONU assim como o consenso entre os governos mundiais para que ponha fim ao cerco mortal, atirando o ónus para a sociedade civil internacional de assumir a responsabilidade moral de responsabilizar Israel perante a lei internacional e acabar com a sua impunidade criminal. A campanha global encabeçada pelos palestinos para o Boicote, Desinvestimento e Sanções (Boycott, Divestment and Sanctions – BDS) contra Israel provou ser a forma mais eficaz de o conseguir.
Palestina Ocupada, 08/Junho/2010 – Perante o massacre perpetrado por Israel contra trabalhadores e activistas de ajuda humanitária a bordo da Flotilha da Liberdade a 31 de Maio de 2010 e a sua insistência em continuar o cerco ilegal de Gaza, tornou-se inegavelmente urgente pressionar Israel para que cumpra com as suas obrigações ao abrigo da lei internacional. Embriagado pelo poder e pela impunidade, Israel tem ignorado os recentes apelos do secretário-geral da ONU assim como o consenso entre os governos mundiais para que ponha fim ao cerco mortal, atirando o ónus para a sociedade civil internacional de assumir a responsabilidade moral de responsabilizar Israel perante a lei internacional e acabar com a sua impunidade criminal. A campanha global encabeçada pelos palestinos para o Boicote, Desinvestimento e Sanções (Boycott, Divestment and Sanctions – BDS) contra Israel provou ser a forma mais eficaz de o conseguir.
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