Há três semanas, a União Europeia decidiu “resgatar” a Grécia, que se estava a afogar no mar da dívida. Foi autorizado um pacote de 110 mil milhões de euros (80 da UE e o resto do Fundo Monetário Internacional) para enfrentar os vencimentos mais urgentes da sua dívida soberana. O custo para o povo grego será uma recessão profunda e longa por ter caído na armadilha de uma prosperidade que nunca existiu.
Com tanta confusão, o barco da União Europeia inclinou-se de lado e começou a meter água. Os tripulantes viram o perigo do efeito cascata que poderia arrastar Portugal e Espanha. Os recifes não estavam longe: a queda do euro tinha-se transformado numa possibilidade real. Havia que tomar medidas para evitar o afundamento.
Com tanta confusão, o barco da União Europeia inclinou-se de lado e começou a meter água. Os tripulantes viram o perigo do efeito cascata que poderia arrastar Portugal e Espanha. Os recifes não estavam longe: a queda do euro tinha-se transformado numa possibilidade real. Havia que tomar medidas para evitar o afundamento.
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