As próprias elites do continente, juntamente com o Ocidente e agora a China, continuam a tornar os africanos cada vez mais pobres graças à extracção de matérias-primas. O reinvestimento é desprezível e os preços, royalties e impostos pagos são inadequados para compensar a drenagem da riqueza natural da África. Campanhas anti-extracção por parte da sociedade (in)civil são a única esperança para uma reversão destas relações neocoloniais.
Embora seja fácil provar, utilizando até o principal estudo do Banco Mundial da economia dos recursos naturais, aparentemente a alegação de saqueio é controversa. Quando eu a fiz durante uma entrevista à Canadian Broadcasting Corporation (CBC) na semana passada, o economista chefe do Banco Mundial para a África, Shanta Devarajan, imediatamente contraditou-me, afirmando (duas vezes) que não tenho o domínio dos "factos".
Embora seja fácil provar, utilizando até o principal estudo do Banco Mundial da economia dos recursos naturais, aparentemente a alegação de saqueio é controversa. Quando eu a fiz durante uma entrevista à Canadian Broadcasting Corporation (CBC) na semana passada, o economista chefe do Banco Mundial para a África, Shanta Devarajan, imediatamente contraditou-me, afirmando (duas vezes) que não tenho o domínio dos "factos".
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