O “caso Bettencourt” que agita a França com o seu vendaval de detenções, ódios familiares, cheques ocultos, gravações furtivas, malfeitorias fiscais e doações ilegais ao partido do Presidente Nicolas Sarkozy, está a afundar o país numa profunda crise moral.
Liliane Bettencourt, uma das mulheres mais ricas do mundo, possuidora de uma fortuna de 17.000 milhões de euros e proprietária do império de cosméticos e perfumes L’Oréal, encontra-se no epicentro de um alucinante folhetim que se tornou assunto de Estado. Conversas roubadas no seu domicílio revelaram que o ministro do Trabalho, Eric Woerth, usou da sua influência (quando era ministro do Orçamento, e portanto responsável pela administração fiscal) para obter que a sua esposa, Florence, fosse contratada pela multimilionária – com um salário anual de 200.000 euros – para administrar a sua fortuna… De passagem, Eric Woerth, que também era tesoureiro do partido do Presidente, recebeu supostamente doações de dezenas de milhares de euros [1] para financiar a campanha eleitoral de Sarkozy… Em troca, suspeita-se que o ministro fez vista grossa sobre uma parte do património oculto da dona da L’Oréal: por exemplo, várias contas milionárias na Suíça e uma ilha nas Seychelles avaliada em 500 milhões de euros…
Liliane Bettencourt, uma das mulheres mais ricas do mundo, possuidora de uma fortuna de 17.000 milhões de euros e proprietária do império de cosméticos e perfumes L’Oréal, encontra-se no epicentro de um alucinante folhetim que se tornou assunto de Estado. Conversas roubadas no seu domicílio revelaram que o ministro do Trabalho, Eric Woerth, usou da sua influência (quando era ministro do Orçamento, e portanto responsável pela administração fiscal) para obter que a sua esposa, Florence, fosse contratada pela multimilionária – com um salário anual de 200.000 euros – para administrar a sua fortuna… De passagem, Eric Woerth, que também era tesoureiro do partido do Presidente, recebeu supostamente doações de dezenas de milhares de euros [1] para financiar a campanha eleitoral de Sarkozy… Em troca, suspeita-se que o ministro fez vista grossa sobre uma parte do património oculto da dona da L’Oréal: por exemplo, várias contas milionárias na Suíça e uma ilha nas Seychelles avaliada em 500 milhões de euros…
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