[Espanha] Imóveis estatais no bairro de Estreito, em Madri, são atacados
Comunicado:
Outra reviravolta. Nos dão cacetadas e comemoramos a vitória de uns inúteis que os meios de comunicação transformaram em heróis nacionais [seleção espanhola de futebol]. Os heróis não existem. Existe a solidariedade, o apoio mútuo, a amizade... Antes dessa crise maldita éramos escravo/as contentes por ganhar o suficiente para comprar um carro novo, um apartamento, passar as férias na praia... Agora somos escravo/as tristes porque já não podemos consumir tanto quanto antes. Não importa, porque a alienação e doutrinação continuam. Tempos duros nos esperam se não pararmos esta barbárie. Ante esta nova situação de crise do capitalismo só nos resta destruí-lo completamente, indo à luta, às ruas, com ganas, para partilhar as nossas idéias, sair à rua para que vejam que estamos, o/as antiautoritário/as, difundindo nossas idéias e levando a cabo a prática, sair dos locais e okupas e dar as caras novamente, motivos não faltam. Saiamos de uma vez por toda do gueto, as ruas nos esperam, sem medo. Não queremos pagar a crise dos ricos, queremos que as classes sociais desapareçam. Não queremos recuperar os meios de produção, queremos destruí-los.
Nesta madrugada [3 de agosto] foram atacados dois locais do Estado que impuseram a sua reforma trabalhista:
• Atacado a pedradas um escritório do Inem (Instituto Nacional do Emprego) na rua Teruel; também foi pichado "Nem reforma trabalhista, nem Estado".
• Atacada a marteladas as vidraças do escritório dos Serviços Públicos de Emprego na rua Santa Juliana; também foi pichado "Nem reforma trabalhista, nem trabalho assalariado: morte ao Estado".
Estas ações são fáceis de fazer (sempre tomando o devido cuidado), estendamos a raiva, e golpeemos.
Terra Selvagem
agência de notícias anarquistas-ana
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