Barack Obama confirmou o plano de retirar as tropas estado-unidenses de Iraque. A partir de 31 de Agosto "só" ficarão 50 mil soldados dos Estados Unidos no país da Mesopotâmia para se dedicarem ao treinamento dos corpos de segurança do "novo Iraque". A retirada completa desta força de transição consumar-se-á no final de 2011.
Isso não quer dizer que a ocupação ilegal do Iraque terá concluído. O desígnio imperial quer que as instituições e leis do novo país sejam amigáveis com as empresas estado-unidenses. Depois do inferno de centenas de milhares de civis mortos e do leque de prisões e campos de tortura (Abu Ghraib à cabeça), as cicatrizes da invasão demorarão muito a desaparecer. Além disso, resta a Obama um longo caminho para sair do outro grande depósito de esterco que é a guerra no Afeganistão. Aí Obama tem sua própria guerra e não pode endossá-la a Bush.
Isso não quer dizer que a ocupação ilegal do Iraque terá concluído. O desígnio imperial quer que as instituições e leis do novo país sejam amigáveis com as empresas estado-unidenses. Depois do inferno de centenas de milhares de civis mortos e do leque de prisões e campos de tortura (Abu Ghraib à cabeça), as cicatrizes da invasão demorarão muito a desaparecer. Além disso, resta a Obama um longo caminho para sair do outro grande depósito de esterco que é a guerra no Afeganistão. Aí Obama tem sua própria guerra e não pode endossá-la a Bush.
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