A 7 de Junho de 1981 aviões de Israel bombardearam e destruíram o reactor nuclear iraquiano de Osirak. Diz-se que esse facto deteve para sempre o desenvolvimento de um programa de construção de armas nucleares por parte de Bagdade. Em 2007 bombardeou um reactor norte-coreano na Síria. E agora essa é a opção que volta a ser considerada por Israel para deter o pretenso projecto de Teerão para se dotar da arma nuclear. A data? Quase para o trigésimo aniversário do ataque ao reactor de Osirak. Para maior segurança, na primavera de 2011.
Parece uma data longínqua, sobretudo à luz dos urgentes problemas actuais: uma crise que resiste a converter-se em recuperação, secas, incêndios e inundações que parecem gritar mudança climática em cada torvelinho. No entanto, o tempo passa rápido. Para os falcões em Israel, a carga do reactor de Bushehr há uma semana e o ritmo de produção nas centrifugadoras de Natanz são os sinais que contam.
Parece uma data longínqua, sobretudo à luz dos urgentes problemas actuais: uma crise que resiste a converter-se em recuperação, secas, incêndios e inundações que parecem gritar mudança climática em cada torvelinho. No entanto, o tempo passa rápido. Para os falcões em Israel, a carga do reactor de Bushehr há uma semana e o ritmo de produção nas centrifugadoras de Natanz são os sinais que contam.
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