Ainda estavam frescas as eleições parlamentares da Venezuela, a Greve Geral no Estado Espanhol e as manifs por toda a Europa, incluindo em Portugal – e um sentimento geral que nós podemos fazer melhor que isto – e eis que surge a notícia de Golpe de Estado no Equador.
Foi uma sensação que fazia lembrar aquele pacote de austeridade do Sócrates a cair nas nossas cabeças mal chegamos a casa das manifs de 29 de Setembro em Lisboa e no Porto (onde o ambiente pareceu ainda muito murcho, apesar de já abundarem exasperantes apelos à Greve Geral).
O Golpe de Estado no Equador foi verdadeiramente surreal. E têm razão aqueles que na esquerda, sem menosprezar a gravidade do evento, o tratam apenas como “revolta”. Explico-me: este episódio pode ser apenas um ensaio para um verdadeiro Golpe de Estado, caso Correa não rectifique os erros clamorosos que anda a cometer.
Foi uma sensação que fazia lembrar aquele pacote de austeridade do Sócrates a cair nas nossas cabeças mal chegamos a casa das manifs de 29 de Setembro em Lisboa e no Porto (onde o ambiente pareceu ainda muito murcho, apesar de já abundarem exasperantes apelos à Greve Geral).
O Golpe de Estado no Equador foi verdadeiramente surreal. E têm razão aqueles que na esquerda, sem menosprezar a gravidade do evento, o tratam apenas como “revolta”. Explico-me: este episódio pode ser apenas um ensaio para um verdadeiro Golpe de Estado, caso Correa não rectifique os erros clamorosos que anda a cometer.
Sem comentários:
Enviar um comentário