"É importante planear e treinar as acções de desobediência civil não violentas. É necessário estudar itinerários para que a Polícia não saiba como e onde vamos actuar", explicava ontem, em inglês, Andreas Speck, activista da War Resisters Internacional, numa sala de aula no Liceu Camões, em Lisboa. O workshop estava inserido na Contra Cimeira NATO, organizado pela PAGAN - Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO.
A plateia para quem Andreas Speck falava era maioritariamente jovem. Com um quadro de ardósia atrás de si onde, a giz, estavam inscritas palavras como "sabotagem, ocupação e vigília", o activista alertava os presentes que hoje vão participar nas manifestação contra a NATO: "Eu sou um pacifista, mas a Polícia não é."
A plateia para quem Andreas Speck falava era maioritariamente jovem. Com um quadro de ardósia atrás de si onde, a giz, estavam inscritas palavras como "sabotagem, ocupação e vigília", o activista alertava os presentes que hoje vão participar nas manifestação contra a NATO: "Eu sou um pacifista, mas a Polícia não é."
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