A NATO foi constituída pelo tratado de Washington, em 1949. Esse acto tem seus antecedentes que o contextualizam.
Em 1946, logo após o termo da Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill identificou um inimigo e apelou à cooperação entre os países de língua inglesa. Enunciou ele: «Desde Stettin no Báltico até Trieste no Adriático desceu uma cortina de ferro que atravessa o continente. Para lá dessa linha estão todas as capitais dos antigos estados da Europa Central e Leste. (…); todas estas cidades famosas e as populações que as rodeiam estão no que eu devo chamar esfera soviética, e todas estão sujeitas, de uma forma ou outra, não só à influência soviética, mas em muito alta e nalguns casos crescente medida ao controlo de Moscovo». Após o que Churchill completou a sua visão com a sua proposta: «Se adicionarmos a população da comunidade de países de língua inglesa à dos EUA, com tudo o que essa cooperação implica no ar e no mar, sobre todo o globo, e na ciência e na indústria, e em força moral, não haverá vacilação, balanço de forças precário que se ofereça à tentação da ambição e aventura. Pelo contrário, haverá uma esmagadora certeza de segurança.»
Pouco depois, em 1948, o Tratado de Bruxelas reuniu o Benelux, o Reino Unido e a França, em torno de objectivos de segurança e defesa comum (que se tornaria na União da Europa Ocidental). O Reino Unido e a França iriam dotar-se rapidamente de armas nucleares. E a visão de Churchill em breve se materializou na união transatlântica do pilar Europeu já constituído, e para que foram convidados a aderir mais outros cinco países, incluindo Portugal, com o pilar norte-americano constituído pelos EUA e o Canadá. Estava constituído o Tratado do Atlântico Norte.
Em 1946, logo após o termo da Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill identificou um inimigo e apelou à cooperação entre os países de língua inglesa. Enunciou ele: «Desde Stettin no Báltico até Trieste no Adriático desceu uma cortina de ferro que atravessa o continente. Para lá dessa linha estão todas as capitais dos antigos estados da Europa Central e Leste. (…); todas estas cidades famosas e as populações que as rodeiam estão no que eu devo chamar esfera soviética, e todas estão sujeitas, de uma forma ou outra, não só à influência soviética, mas em muito alta e nalguns casos crescente medida ao controlo de Moscovo». Após o que Churchill completou a sua visão com a sua proposta: «Se adicionarmos a população da comunidade de países de língua inglesa à dos EUA, com tudo o que essa cooperação implica no ar e no mar, sobre todo o globo, e na ciência e na indústria, e em força moral, não haverá vacilação, balanço de forças precário que se ofereça à tentação da ambição e aventura. Pelo contrário, haverá uma esmagadora certeza de segurança.»
Pouco depois, em 1948, o Tratado de Bruxelas reuniu o Benelux, o Reino Unido e a França, em torno de objectivos de segurança e defesa comum (que se tornaria na União da Europa Ocidental). O Reino Unido e a França iriam dotar-se rapidamente de armas nucleares. E a visão de Churchill em breve se materializou na união transatlântica do pilar Europeu já constituído, e para que foram convidados a aderir mais outros cinco países, incluindo Portugal, com o pilar norte-americano constituído pelos EUA e o Canadá. Estava constituído o Tratado do Atlântico Norte.
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