sábado, novembro 20, 2010

A destruição de emprego e o desemprego disparam

A destruição de emprego e o desemprego disparam em Portugal,
mas o apoio aos desempregados e à criação de emprego diminuem

Como era previsível a politica recessiva do governo de Sócrates, que tem o apoio do PSD, com o objectivo de reduzir abruptamente e sem olhar às consequências o défice orçamental, está a determinar a destruição rápida do emprego em Portugal, e a fazer disparar o desemprego

EM 2010, DURANTE OS PRIMEIROS TRÊS TRIMESTRES, FORAM DESTRUIDOS UMA MÉDIA DE 221 EMPREGOS POR DIA EM PORTUGAL

No período compreendido entre o 2º Trimestre de 2008 e o 3º Trimestre de 2010, foram destruídos em Portugal 264,3 mil empregos, sendo 59,7 mil já em 2010 (14,8 mil no 1º Trimestre; 17,1 mil no 2º Trimestre; e 27,8 mil no 3º Trimestre de 2010), ou seja, ao ritmo de 221 empregos por dia este ano

DEVIDO À DESTRUIÇÃO RÁPIDA DO EMPREGO, O DESEMPREGO DISPAROU

Como consequência da destruição rápida do emprego no nosso País, e como mostram os dados que o INE a acabou de divulgar constante do quadro seguinte, o desemprego disparou sendo, por isso, a realidade bastante diferente daquela que o governo teima em afirmar.

Como mostram os dados do INE, quer a taxa oficial de desemprego, que não inclui a totalidade dos desempregados, quer a taxa efectiva de desemprego, calculada com base também em dados divulgados pelo INE, que abrange um numero de desempregados mais próximo ao desemprego real existente no nosso País, revelam uma tendência muita rápida de aumento. No 3º Trimestre de 2010, a taxa oficial de desemprego atingiu 10,9%, mas a efectiva alcançou 13,5%, uma percentagem nunca antes atingida em Portugal.

APENAS 44 EM CADA 100 DESEMPREGADOS ESTÃO A RECEBER SUBSÍDIO DE DESEMPREGO E O SEU NÚMERO ESTÁ A DIMINUIR CONTINUAMENTE

Como consequência das alterações feitas na lei do subsídio de desemprego já este ano pelo governo, o número de desempregados a receber o subsídio de desemprego em Portugal está a diminuir dramaticamente, como mostra o gráfico seguinte construído com dados divulgados no "site" do Ministério do Trabalho, apesar do desemprego ter disparado.

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