Há 100 anos, culminando uma longa luta dos trabalhadores, o Governo Provisório da República, reconhecia o direito ao descanso semanal ao domingo.
O Decreto-Lei de 10 de Janeiro de 1911, do Ministro do Interior, António José de Almeida, reconhecia um direito que tinha motivado muitas lutas, sobretudo protagonizadas pelas Associações de Classe dos Caixeiros (como então se designavam os empregados do comércio).
Um século depois verificamos que tal princípio é cada vez mais posto em causa. Milhares de trabalhadores trabalham ao domingo, sobretudo nas grandes áreas comerciais, hipermercados e supermercados. Milhares de filhos só vêm a mãe ou o pai depois do trabalho dominical.
Recentemente a legalização da abertura dos hipermercados ao domingo à tarde, deu mais uma ajuda ao espezinhar dos direitos dos trabalhadores e à falência do pequeno comércio, para engordar ainda mais Belmiros, Jerónimos Martins e outros.
O Decreto-Lei de 10 de Janeiro de 1911, do Ministro do Interior, António José de Almeida, reconhecia um direito que tinha motivado muitas lutas, sobretudo protagonizadas pelas Associações de Classe dos Caixeiros (como então se designavam os empregados do comércio).
Um século depois verificamos que tal princípio é cada vez mais posto em causa. Milhares de trabalhadores trabalham ao domingo, sobretudo nas grandes áreas comerciais, hipermercados e supermercados. Milhares de filhos só vêm a mãe ou o pai depois do trabalho dominical.
Recentemente a legalização da abertura dos hipermercados ao domingo à tarde, deu mais uma ajuda ao espezinhar dos direitos dos trabalhadores e à falência do pequeno comércio, para engordar ainda mais Belmiros, Jerónimos Martins e outros.
Sem comentários:
Enviar um comentário