Os estados imperialistas constroem redes que ligam as actividades económicas, militares e políticas num sistema coerente que se reforça mutuamente. Esta tarefa é desempenhada em grande parte pelas diversas instituições do estado imperialista.
Assim, a acção imperialista nem sempre é directamente económica, já que se torna necessária uma acção militar num país ou numa região para abrir ou proteger zonas económicas. Nem todas as acções militares são decididas por interesses económicos se o sector mais influente do estado imperialista for decisivamente militarista.
Além disso, a sequência da acção imperialista pode variar consoante as condições particulares necessárias para a construção do império. Assim, a ajuda do estado pode comprar colaboradores; a intervenção militar pode assegurar regimes clientes seguidos posteriormente por investidores privados. Noutras circunstâncias, a entrada de empresas privadas pode preceder a intervenção do estado.
Assim, a acção imperialista nem sempre é directamente económica, já que se torna necessária uma acção militar num país ou numa região para abrir ou proteger zonas económicas. Nem todas as acções militares são decididas por interesses económicos se o sector mais influente do estado imperialista for decisivamente militarista.
Além disso, a sequência da acção imperialista pode variar consoante as condições particulares necessárias para a construção do império. Assim, a ajuda do estado pode comprar colaboradores; a intervenção militar pode assegurar regimes clientes seguidos posteriormente por investidores privados. Noutras circunstâncias, a entrada de empresas privadas pode preceder a intervenção do estado.
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