É fácil desesperar perante a onda imunda de racismo que nos engole.
O remédio para este desespero: o crescente número de jovens, filhos e filhas da nova geração israelita, que estão e juntar-se à luta contra o racismo e a ocupação.
Esta semana, várias centenas deles juntaram-se numa sala em Telavive (ironicamente, pertencente à Federação Sionista da América) para lançar um livro publicado pelo grupo “Quebrar o Silêncio”.
Na sala estavam alguns veteranos do campo da paz, mas a grande maioria dos presentes eram jovens nos seus vinte anos, homens e mulheres, que completaram o seu serviço militar.
A Ocupação dos Territórios é um livro de 344 páginas, consistindo em quase 200 testemunhos de soldados sobre a vida diurna e nocturna da ocupação. Os soldados forneceram os relatos visuais, e a organização, que é composta por ex-soldados, verificou, comparou e peneirou-os. No fim, 183 de cerca de 700 testemunhos foram seleccionados para publicação.
O remédio para este desespero: o crescente número de jovens, filhos e filhas da nova geração israelita, que estão e juntar-se à luta contra o racismo e a ocupação.
Esta semana, várias centenas deles juntaram-se numa sala em Telavive (ironicamente, pertencente à Federação Sionista da América) para lançar um livro publicado pelo grupo “Quebrar o Silêncio”.
Na sala estavam alguns veteranos do campo da paz, mas a grande maioria dos presentes eram jovens nos seus vinte anos, homens e mulheres, que completaram o seu serviço militar.
A Ocupação dos Territórios é um livro de 344 páginas, consistindo em quase 200 testemunhos de soldados sobre a vida diurna e nocturna da ocupação. Os soldados forneceram os relatos visuais, e a organização, que é composta por ex-soldados, verificou, comparou e peneirou-os. No fim, 183 de cerca de 700 testemunhos foram seleccionados para publicação.
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