Na moção que vai apresentar ao Congresso do PSD, Pedro Passos Coelho traçou um perfil do candidato presidencial a apoiar pelo partido, considerando que este não pode ser protagonista catalisador de qualquer conjunto de contrapoderes ou num cata-vento de opiniões erráticas em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno politico» e não «deve buscar a popularidade fácil».
Marcelo Rebelo de Sousa anunciou imediatamente que não será candidato a Belém por se ver retratado na descrição de Passos Coelho.
Se é o próprio a considerar-se o tal cata-vento de opiniões erráticas, o manipulador que busca popularidade fácil, quem somos nós para dizer o contrário?