Escolas pedem a Crato que mude regras na colocação de professores
Aulas começam hoje com erros nas colocações e 3.435 horários por preencher.
Um dia antes do início das aulas para milhares de alunos - que arrancam entre hoje e amanhã - foram vários os "erros" detectados pela escolas na colocação de professores contratados e dos quadros. E é mesmo por causa destas falhas - que dizem já não serem novas mas que se repetem todos os anos - que os directores, ouvidos pelo Económico, defendem a alteração "profunda" nas regras da colocação de professores.
"Erros" que os responsáveis pelas escolas dizem passar pela duplicação de professores no mesmo horário, pela colocação de professores em escolas sem horários disponíveis e por professores horários zero (sem turma atribuída) que foram retirados do concurso sem que fossem colocados. Também foram encontradas irregularidades nos contratados que iriam renovar contratos na mesma escola e que acabaram a ser colocados noutra escola.
Estas são, para já, as falhas detectadas e que Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacionalde Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), diz não serem novas mas que Jorge Saleiro, vice-presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) salienta que este ano foram "mais graves" e que "vão exigir um esforço duplicado" às escolas para que consigam arrancar com o ano lectivo.
Por isso, "a reforma que devia ser feita seria a revisão e alteração do modelo de colocação dos professores", defende Filinto Lima, que acrescenta ainda que com essa alteração Nuno Crato "deixaria uma marca muito positiva" da sua passagem pelo Ministério da Educação. Só dessa forma e com os "prazos do concurso mais cedo" poderiam ser evitadas todas estas situações que os directores esperam que o Ministério da Educação resolva.
Apesar da "perturbação muito grande" dos concursos e da pouca margem para conseguirem resolver estes "erros" antes de segunda-feira - dia em que todos os 1.223.758 alunos do básico e secundário vão estar em aulas - os directores dizem estar a postos para o arranque do ano lectivo.
O concurso anual de colocação de professores deixou 3.435 horários por preencher que vão ficar agora disponíveis para as reservas de recrutamento e que deverão ser preenchidos de "forma célere", acredita Filinto Lima. Apesar de o número de horários por preencher ser o triplo em relação ao ano passado, quando ficaram 1.053 horários livres, não implica que tenham sido colocados menos professores. Até porque um professor pode preencher dois ou até mesmo três horários incompletos na mesma escolas ou em estabelecimentos diferentes, desde que compatíveis. Os directores dizem mesmo que, este ano, o ano lectivo vai arrancar com "muito menos" professores em falta nas escolas face ao ano passado.
Para já, foram colocados 6.744 professores nos 10.179 horários pedidos pelas escolas. Questionado pelo Económico o Ministério da Educação não esclareceu como vai proceder para corrigir os erros detectados pelos directores e não revelou quando vão ser colocados mais professores.
"Erros" que os responsáveis pelas escolas dizem passar pela duplicação de professores no mesmo horário, pela colocação de professores em escolas sem horários disponíveis e por professores horários zero (sem turma atribuída) que foram retirados do concurso sem que fossem colocados. Também foram encontradas irregularidades nos contratados que iriam renovar contratos na mesma escola e que acabaram a ser colocados noutra escola.
Estas são, para já, as falhas detectadas e que Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacionalde Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), diz não serem novas mas que Jorge Saleiro, vice-presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) salienta que este ano foram "mais graves" e que "vão exigir um esforço duplicado" às escolas para que consigam arrancar com o ano lectivo.
Por isso, "a reforma que devia ser feita seria a revisão e alteração do modelo de colocação dos professores", defende Filinto Lima, que acrescenta ainda que com essa alteração Nuno Crato "deixaria uma marca muito positiva" da sua passagem pelo Ministério da Educação. Só dessa forma e com os "prazos do concurso mais cedo" poderiam ser evitadas todas estas situações que os directores esperam que o Ministério da Educação resolva.
Apesar da "perturbação muito grande" dos concursos e da pouca margem para conseguirem resolver estes "erros" antes de segunda-feira - dia em que todos os 1.223.758 alunos do básico e secundário vão estar em aulas - os directores dizem estar a postos para o arranque do ano lectivo.
O concurso anual de colocação de professores deixou 3.435 horários por preencher que vão ficar agora disponíveis para as reservas de recrutamento e que deverão ser preenchidos de "forma célere", acredita Filinto Lima. Apesar de o número de horários por preencher ser o triplo em relação ao ano passado, quando ficaram 1.053 horários livres, não implica que tenham sido colocados menos professores. Até porque um professor pode preencher dois ou até mesmo três horários incompletos na mesma escolas ou em estabelecimentos diferentes, desde que compatíveis. Os directores dizem mesmo que, este ano, o ano lectivo vai arrancar com "muito menos" professores em falta nas escolas face ao ano passado.
Para já, foram colocados 6.744 professores nos 10.179 horários pedidos pelas escolas. Questionado pelo Económico o Ministério da Educação não esclareceu como vai proceder para corrigir os erros detectados pelos directores e não revelou quando vão ser colocados mais professores.