Há umas boas semanas o Ministério da Educação decidiu que, pois é, isto está mau, não se paga mais aos orientadores de estágios nas Escolas. E até se pensou pedir o dinheiro recebido durante o primeiro período. A medida tinha tanto de perfeitamente inconcebível e injustificável, como de natural na forma como esta equipa governamental atropela tudo e todos para cumprir a ditadura do Orçamento (Nelita, podes voltar, afinal depois de ti viria…).
Só que o disparate ameaçava provocar uma razia de desistências entre orientadores de estágio e depois das decisões judiciais sobre o pagamento das aulas de substituição, o ME habilitava-se a mais uma desautorização pública também nesta matéria.
Então saltou o coelho da cartola: manda-se as Universidades de onde os estagiários são provenientes, pagar aos seus orientadores. Os sindicatos aplaudem, pois é assim reposta uma situação que consideram normal, ou seja o efectivo pagamento do trabalho dos orientadores de estágio.
Mas há um pequeno problema no Paraíso: alguém parece ter-se esquecido que o ME não tem a tutela das Universidades e não pode mandá-las pagar a funcionários que o ME faz questão de mostrar que são funcionários seus.
O Conselho de Reitores parece que foi apanhado de surpresa e, de tão assarapantado, ainda nem conseguiu alinhavar uma reacção condigna. Com os bolsos de muitas já completamente puídos e sem dinheiro que se veja para pagar ao seu próprio pessoal, agora cai-lhes esta em cima.
Eu sou cínico e, como tal, não consigo deixar de sorrir pois ainda há muito poucos posts, escrevia exactamente sobre o erro que era e é desligar o tipo e estilo de acção de MLRodrigues do de MGago. Porque, volto a sublinhá-lo, nem todos os fins justificam o rolo compressor e atribiliário (gosto desta palavra) de alguns meios.
http://educar.wordpress.com/
Só que o disparate ameaçava provocar uma razia de desistências entre orientadores de estágio e depois das decisões judiciais sobre o pagamento das aulas de substituição, o ME habilitava-se a mais uma desautorização pública também nesta matéria.
Então saltou o coelho da cartola: manda-se as Universidades de onde os estagiários são provenientes, pagar aos seus orientadores. Os sindicatos aplaudem, pois é assim reposta uma situação que consideram normal, ou seja o efectivo pagamento do trabalho dos orientadores de estágio.
Mas há um pequeno problema no Paraíso: alguém parece ter-se esquecido que o ME não tem a tutela das Universidades e não pode mandá-las pagar a funcionários que o ME faz questão de mostrar que são funcionários seus.
O Conselho de Reitores parece que foi apanhado de surpresa e, de tão assarapantado, ainda nem conseguiu alinhavar uma reacção condigna. Com os bolsos de muitas já completamente puídos e sem dinheiro que se veja para pagar ao seu próprio pessoal, agora cai-lhes esta em cima.
Eu sou cínico e, como tal, não consigo deixar de sorrir pois ainda há muito poucos posts, escrevia exactamente sobre o erro que era e é desligar o tipo e estilo de acção de MLRodrigues do de MGago. Porque, volto a sublinhá-lo, nem todos os fins justificam o rolo compressor e atribiliário (gosto desta palavra) de alguns meios.
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