A imprensa mundial, as associações de defesa dos direitos humanos e os mais eminentes juristas internacionais não saem do seu estupor. Porque é que a justiça espanhola, que tanto fez nestes últimos anos para reprimir os crimes de lesa humanidade em diferentes partes do globo, quer sentar no banco dos réus Baltasar Garzón, o juiz que melhor simboliza o paradigma contemporâneo na aplicação da justiça universal?
Os meios de comunicação internacionais recordam os méritos do “superjuiz”: o seu transcendente papel na detenção do ditador chileno Augusto Pinochet em Londres, em 1998; a sua denúncia das atrocidades cometidas pelos militares na Argentina, Guatemala e outras ditaduras latino-americanas; o seu empenho em desmantelar os GAL (Grupos Antiterroristas de Libertação) e em enviar para os tribunais Felipe González; a sua oposição à invasão do Iraque em 2003; e até a sua recente viagem às Honduras para advertir os golpistas de que os delitos de lesa humanidade são imprescritíveis.
Os meios de comunicação internacionais recordam os méritos do “superjuiz”: o seu transcendente papel na detenção do ditador chileno Augusto Pinochet em Londres, em 1998; a sua denúncia das atrocidades cometidas pelos militares na Argentina, Guatemala e outras ditaduras latino-americanas; o seu empenho em desmantelar os GAL (Grupos Antiterroristas de Libertação) e em enviar para os tribunais Felipe González; a sua oposição à invasão do Iraque em 2003; e até a sua recente viagem às Honduras para advertir os golpistas de que os delitos de lesa humanidade são imprescritíveis.
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