Exactamente quando a América estava a celebrar o fim provisório do jorro de petróleo Macondo da BP, e a retornar a questões tão importantes como a colecção de fatos de Kim Kardashian, surge Matthew Simmons com um estranho e alarmante protesto acerca de acções no Golfo do México. Os seus protestos contradizem este ambiente de festividade renovada e as reportagens dos media de referência e demais.
A companhia de Matt Simmons, com sede em Houston, tem sido desde há muito o principal banco de investimento da indústria petrolífera americana, financiando a exploração e perfuração em lugares como o Golfo do México. Simmons, 68 anos, retirou-se recentemente da administração do dia-a-dia da companhia. Durante grande parte desta década foi o que muitos descrevem como um activista do Pico Petrolífero. O seu livro de 2005, Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert), advertia o público de que a produção de petróleo da Arábia Saudita havia alcançado os seus limites e, mais genericamente, que um mundo dependente do petróleo estava a entrar numa zona de perturbação séria quanto ao seu recurso primário. Ele tomou esta posição agressiva apesar de ser arriscar à ira das pessoas com quem fazia negócios.
A companhia de Matt Simmons, com sede em Houston, tem sido desde há muito o principal banco de investimento da indústria petrolífera americana, financiando a exploração e perfuração em lugares como o Golfo do México. Simmons, 68 anos, retirou-se recentemente da administração do dia-a-dia da companhia. Durante grande parte desta década foi o que muitos descrevem como um activista do Pico Petrolífero. O seu livro de 2005, Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert), advertia o público de que a produção de petróleo da Arábia Saudita havia alcançado os seus limites e, mais genericamente, que um mundo dependente do petróleo estava a entrar numa zona de perturbação séria quanto ao seu recurso primário. Ele tomou esta posição agressiva apesar de ser arriscar à ira das pessoas com quem fazia negócios.
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