Este artigo mostra o erro das teorias neoliberais, que atribuem o elevado desemprego em Espanha às rigidezes laborais resultantes da excessiva protecção dos empregos fixos (chamados insiders) à custa dos empregos temporários e desempregados (chamados outsiders). O artigo assinala que a maior causa do desemprego é o reduzido crescimento económico, consequência da escassíssima procura (tanto pública como privada) resultante de um grande endividamento devido à diminuição dos rendimentos do trabalho como percentagem do rendimento total. Esta diminuição também explica os problemas de baixa produtividade do país.
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