
Era uma vez um polaco, um canadiano, uma espanhola, uma australiana e duas italianas...
Não. Embora pareça, isto não é o princípio de uma anedota vagamente picante. Trata-se apenas do anúncio da invenção, pelo Vaticano, de algo de que, convenhamos, estávamos extremamente necessitados: mais seis “santos”!
A Igreja Católica continua no seu esforço para conseguir aquilo que parece ser uma política de “personal saint”, uma espécie de “personal trainer” espiritual. A continuarem a fabricar “santos” a este ritmo infernal (passe a expressão), teremos brevemente um à disposição para cada cidadão, o que acabará de vez com a incómoda partilha de “santos”, uma coisa que será muito boa... quanto mais não seja por questões de higiene, se pensarmos em tanta doença esquisita que para aí anda...
Não. Embora pareça, isto não é o princípio de uma anedota vagamente picante. Trata-se apenas do anúncio da invenção, pelo Vaticano, de algo de que, convenhamos, estávamos extremamente necessitados: mais seis “santos”!
A Igreja Católica continua no seu esforço para conseguir aquilo que parece ser uma política de “personal saint”, uma espécie de “personal trainer” espiritual. A continuarem a fabricar “santos” a este ritmo infernal (passe a expressão), teremos brevemente um à disposição para cada cidadão, o que acabará de vez com a incómoda partilha de “santos”, uma coisa que será muito boa... quanto mais não seja por questões de higiene, se pensarmos em tanta doença esquisita que para aí anda...
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