Os activistas detidos hoje em Lisboa durante uma acção de protesto anti-NATO estão na zona prisional de Monsanto, onde aguardam o momento de serem presentes a um juiz e ainda não falaram com os seus advogados.
A informação foi dada pelo advogado da plataforma anti-NATO, que esta manhã já tentou falar com os activistas detidos e que foi impedido pela polícia, justificando a PSP que ainda não tinham sido identificados.
O advogado José Preto garantiu que houve 42 detenções e criticou o procedimento da polícia, considerando-o «absolutamente ilegal».
«A simples presença diante de uma entidade com poderes de autoridade, mesmo para identificação, faz nascer o direito de estar acompanhado por advogado», explicou.
Os activistas serão agora presentes a um juiz do tribunal de turno que, devido à cimeira da NATO, foi reforçado.
«Vamos apurar o que aconteceu, pelos vistos vai haver um processo criminal», afirmou o advogado, lembrando que «a manifestação não é só um direito, é uma liberdade que não é susceptível de autorização».
«A liberdade de manifestação não pode ser criminalizada», alertou.
Activistas anti-NATO participaram hoje numa acção de desobediência civil perto do Parque das Nações, onde decorre a cimeira da Aliança Atlântica, com vários deles acorrentados no cruzamento entre a avenida Infante D. Henrique e a avenida de Pádua.
Os activistas pintaram-se de vermelho para simbolizar o sangue derramado na guerra e tiveram de ser soltos pelos bombeiros que utilizaram material próprio para partir as correntes que unia cada três manifestantes.
Além das palavras de ordem anti-NATO, os pacifistas sentaram-se no chão a impedir a circulação rodoviária na zona.
O porta-voz da PSP, Paulo Flor, disse que foram detidas 20 pessoas neste protesto, depois de fonte da mesma polícia ter informado no local que os detidos eram 40.
A informação foi dada pelo advogado da plataforma anti-NATO, que esta manhã já tentou falar com os activistas detidos e que foi impedido pela polícia, justificando a PSP que ainda não tinham sido identificados.
O advogado José Preto garantiu que houve 42 detenções e criticou o procedimento da polícia, considerando-o «absolutamente ilegal».
«A simples presença diante de uma entidade com poderes de autoridade, mesmo para identificação, faz nascer o direito de estar acompanhado por advogado», explicou.
Os activistas serão agora presentes a um juiz do tribunal de turno que, devido à cimeira da NATO, foi reforçado.
«Vamos apurar o que aconteceu, pelos vistos vai haver um processo criminal», afirmou o advogado, lembrando que «a manifestação não é só um direito, é uma liberdade que não é susceptível de autorização».
«A liberdade de manifestação não pode ser criminalizada», alertou.
Activistas anti-NATO participaram hoje numa acção de desobediência civil perto do Parque das Nações, onde decorre a cimeira da Aliança Atlântica, com vários deles acorrentados no cruzamento entre a avenida Infante D. Henrique e a avenida de Pádua.
Os activistas pintaram-se de vermelho para simbolizar o sangue derramado na guerra e tiveram de ser soltos pelos bombeiros que utilizaram material próprio para partir as correntes que unia cada três manifestantes.
Além das palavras de ordem anti-NATO, os pacifistas sentaram-se no chão a impedir a circulação rodoviária na zona.
O porta-voz da PSP, Paulo Flor, disse que foram detidas 20 pessoas neste protesto, depois de fonte da mesma polícia ter informado no local que os detidos eram 40.
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