O governo israelita decidiu construir mais 1300 fogos em Jerusalém Oriental, num colonato judaico que já contém 800 habitações ilegais. Estes colonatos estão a ser construídos em solo palestiniano ocupado desde 1967. São actos provocatórios completamente arbitrários onde um Estado, protegido, financiado e armado pelos Estados Unidos e pelos seus aliados europeus, comete os maiores crimes, expropria, deporta e sequestra impunemente populações inteiras.
As grandes potências da NATO, cujos chefes se reúnem amanhã em Lisboa, contemplam num silêncio cúmplice os crimes da maior potência militar e nuclear do Médio Oriente como se isso fosse a coisa mais natural deste mundo.
De facto, qualquer Estado que apoie activamente a causa do povo palestiniano vê automaticamente apontado contra si o espectro da sua total destruição. A política de terrorismo de Estado que Israel pratica contra o povo palestiniano e os povos vizinhos, como o libanês, é semelhante àquela que a aliança militar tem vindo a praticar nos Balcãs, no Iraque ou no Afeganistão.
As grandes potências da NATO, cujos chefes se reúnem amanhã em Lisboa, contemplam num silêncio cúmplice os crimes da maior potência militar e nuclear do Médio Oriente como se isso fosse a coisa mais natural deste mundo.
De facto, qualquer Estado que apoie activamente a causa do povo palestiniano vê automaticamente apontado contra si o espectro da sua total destruição. A política de terrorismo de Estado que Israel pratica contra o povo palestiniano e os povos vizinhos, como o libanês, é semelhante àquela que a aliança militar tem vindo a praticar nos Balcãs, no Iraque ou no Afeganistão.
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