Os ataques à WikiLeaks e ao seu fundador, Julian Assange, constituem uma resposta à revolução na informação que ameaça as velhas ordem de poder, na política e no jornalismo. A incitação ao assassínio trombeteada por figuras públicas nos Estados Unidos, juntamente com tentativa da administração Obama de corromper o direito e remeter Assange para um buraco prisão infernal durante o resto da sua vida são as reacções de um sistema opressor revelado como nunca o fora antes.
Nas últimas semanas, o Departamento da Justiça dos EUA estabeleceu um grande júri secreto do outro lado do rio de Washington, no distrito Leste do estado de Virgínia. O objectivo é acusar Julian Assange sob uma desacreditada lei de espionagem utilizada para prender activistas da paz durante a Primeira Guerra Mundial, ou uma lei da "guerra ao terror" que degradou a justiça estado-unidense. Peritos judiciais descrevem o júri como uma "preparação deliberada", destacando que este canto da Virgínia é onde residem empregados e famílias do Pentágono, CIA, Departamento de Segurança Interna e outros pilares do poder americano.
"Isto não é boa notícia", contou-me Assange quando falámos na semana passada, sua voz era sombria e preocupada. Ele diz que pode ter "dias maus – mas recupero". Quando nos encontrámos em Londres no ano passado, eu disse, "Você está a fazer alguns inimigos muito sérios, nada menos que o governo mais poderoso empenhado em duas guerras. Como é que trata essa sensação de perigo?" A sua resposta foi caracteristicamente analítica. "Não é que não haja medo. Mas a coragem é realmente o domínio intelectual sobre o medo – por um entendimento do que são os riscos e de como navegar através deles".
Nas últimas semanas, o Departamento da Justiça dos EUA estabeleceu um grande júri secreto do outro lado do rio de Washington, no distrito Leste do estado de Virgínia. O objectivo é acusar Julian Assange sob uma desacreditada lei de espionagem utilizada para prender activistas da paz durante a Primeira Guerra Mundial, ou uma lei da "guerra ao terror" que degradou a justiça estado-unidense. Peritos judiciais descrevem o júri como uma "preparação deliberada", destacando que este canto da Virgínia é onde residem empregados e famílias do Pentágono, CIA, Departamento de Segurança Interna e outros pilares do poder americano.
"Isto não é boa notícia", contou-me Assange quando falámos na semana passada, sua voz era sombria e preocupada. Ele diz que pode ter "dias maus – mas recupero". Quando nos encontrámos em Londres no ano passado, eu disse, "Você está a fazer alguns inimigos muito sérios, nada menos que o governo mais poderoso empenhado em duas guerras. Como é que trata essa sensação de perigo?" A sua resposta foi caracteristicamente analítica. "Não é que não haja medo. Mas a coragem é realmente o domínio intelectual sobre o medo – por um entendimento do que são os riscos e de como navegar através deles".
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