Acabou o ano, mas não a crise. Nos Estados Unidos e na maior parte da Europa o desemprego permanece alto e não há boas perspectivas para superar a estagnação. Mas é nos Estados Unidos onde as coisas se estão a pôr cada dia mais feias.
A administração Obama não só não parece estar disposta a tornar realidade a sua promessa de mudança. Mais bem aprofundou o seu compromisso com as prioridades do regime herdado. Contribui assim para manter a sociedade estado-unidense na sua trajectória de deterioração terminal. E um dos traços desse processo é o da desigualdade, que aumenta todos os dias nos Estados Unidos e acabará por socavar o que resta de democracia nesse país.
Muitos pensam que a desigualdade é o resultado de forças económicas, da mudança tecnológica e de transformações estruturais nos Estados Unidos. A realidade é que a partir dos anos setenta foram aprovadas muitas políticas que contribuíram para a brutal concentração do rendimento que hoje marca a sociedade estado-unidense.
A administração Obama não só não parece estar disposta a tornar realidade a sua promessa de mudança. Mais bem aprofundou o seu compromisso com as prioridades do regime herdado. Contribui assim para manter a sociedade estado-unidense na sua trajectória de deterioração terminal. E um dos traços desse processo é o da desigualdade, que aumenta todos os dias nos Estados Unidos e acabará por socavar o que resta de democracia nesse país.
Muitos pensam que a desigualdade é o resultado de forças económicas, da mudança tecnológica e de transformações estruturais nos Estados Unidos. A realidade é que a partir dos anos setenta foram aprovadas muitas políticas que contribuíram para a brutal concentração do rendimento que hoje marca a sociedade estado-unidense.
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