– mais cortes de 5.679 milhões € nas pensões, saúde, educação, prestações sociais e investimento,
– mais 2.324 milhões € de impostos,
– mais ajuda de 9.000 milhões € à banca e
– mais privatizações (5.584 milhões €)
O Programa de Estabilidade e Crescimento para 2011-2014 (PEC:2011/2014) apresentado pelo governo prevê um corte na despesa pública de 5.679 milhões € a juntar ao corte de 3.467 milhões € que já está no OE-2011. E um aumento de impostos de 2.324 milhões € a juntar aos 1.734 milhões € do OE2011. Em três anos apenas (2011/2013) o governo pretende cortar na despesa pública 9.146 milhões € e aumentar os impostos em 4.058 milhões €, o que dá 13.204 milhões €. É evidente que este corte tão elevado na despesa (principalmente nas áreas sociais e no investimento), e um aumento tão grande de impostos (quase exclusivamente naqueles que atingem a maioria da população), só pode determinar uma recessão económica mais profunda e prolongada, mais falências de empresas, mais desemprego e mais miséria. Só não é capaz de ver isso o governo e os seus defensores, e o PSD e CDS que exigem sempre mais cortes na despesa.
– mais 2.324 milhões € de impostos,
– mais ajuda de 9.000 milhões € à banca e
– mais privatizações (5.584 milhões €)
O Programa de Estabilidade e Crescimento para 2011-2014 (PEC:2011/2014) apresentado pelo governo prevê um corte na despesa pública de 5.679 milhões € a juntar ao corte de 3.467 milhões € que já está no OE-2011. E um aumento de impostos de 2.324 milhões € a juntar aos 1.734 milhões € do OE2011. Em três anos apenas (2011/2013) o governo pretende cortar na despesa pública 9.146 milhões € e aumentar os impostos em 4.058 milhões €, o que dá 13.204 milhões €. É evidente que este corte tão elevado na despesa (principalmente nas áreas sociais e no investimento), e um aumento tão grande de impostos (quase exclusivamente naqueles que atingem a maioria da população), só pode determinar uma recessão económica mais profunda e prolongada, mais falências de empresas, mais desemprego e mais miséria. Só não é capaz de ver isso o governo e os seus defensores, e o PSD e CDS que exigem sempre mais cortes na despesa.
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